Domingo, 2 de Julho de 2017

Mia Couto 

 

[Beira, Moçambique, 5 de julho 1955]

Escritor/Biólogo 

Foi jornalista e professor, e é, atualmente, biólogo e escritor. Está traduzido em diversas línguas.
Entre outros prémios e distinções (de que se destaca a nomeação, por um júri criado para o efeito pela Feira Internacional do Livro do Zimbabwe, de Terra Sonâmbula como um dos doze melhores livros africanos do século XX), foi galardoado, pelo conjunto da sua já vasta obra, com o Prémio Vergílio Ferreira 1999 e com o Prémio União Latina de Literaturas Românicas 2007. Ainda em 2007 Mia foi distinguido com o Prémio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura pelo seu romance O Outro Pé da Sereia.
Jesusalém foi considerado um dos 20 livros de ficção mais importantes da «rentrée» literária francesa por um júri da estação radiofónica France Culture e da revista Télérama.
Em 2011 venceu o Prémio Eduardo Lourenço, que se destina a premiar o forte contributo de Mia Couto para o desenvolvimento da língua portuguesa.
Em 2013 foi galardoado com o Prémio Camões e com o prémio norte-americano Neustadt.

Fontes:

http://www.citador.pt/textos/a/mia-couto

https://www.wook.pt/autor/mia-couto/2621

 

 

publicado por essmo-becre às 12:17
link do post | comentar | favorito

.Citação do dia

.Catálogo On-Line

Bibliotecas do Agrupamento

.Tutorial - consulta do catálogo

Como consultar o catálogo

.Sugestões

No 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948-2018), Portugal deve adotar uma Agenda Nacional de Direitos Humanos para o novo século. «Os primeiros anos do século XXI mostram que os direitos humanos não são nada de garantido e definitivo. Por todo o lado assistimos a retrocessos. Vemo-lo, por exemplo, nos Estados Unidos e em França, onde muitos dos grandes e inegáveis progressos das últimas décadas estão agora em risco. Em numerosos países, os direitos humanos são há muito comprimidos ou sacrificados em nome de outros valores tomados por superiores; noutros casos, são abusivamente instrumentalizados por agentes não estatais, como as grandes empresas digitais. Com base na minha formação académica e na minha experiência profissional, quer como jornalista quer como diretora executiva da Amnistia Internacional em Portugal de 2012 a 2016, acompanhei de perto alguns destes temas e tive oportunidade de intervir em alguns casos que aqui relato. Neste livro, proponho uma reflexão séria e atual sobre algumas destas questões.» Fonte:"https://www.fnac.pt/"

.pesquisar

 

.links

.Rádio miúdos

https://www.radiomiudos.pt/

.Música

.posts recentes

. Mia Couto 

.subscrever feeds

.Visitantes

.Professor bibliotecário: ode

.Dezembro 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.tags

. todas as tags