Quarta-feira, 5 de Junho de 2019

Dia Mundial do Meio Ambiente

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Data assinala-se a 5 de junho. «Poluição do Ar» é o tema de 2019.

Celebra-se esta quarta-feira, dia 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente, uma data instituída pelas Nações Unidas que visa aumentar a sensibilização e encorajar ações em prol da proteção do meio ambiente.

Desde que foi instituído, em 1974, e até hoje, o Dia Mundial do Meio Ambiente cresceu e transformou-se numa plataforma global de sensibilização e ação para problemas ambientais urgentes – desde a poluição marinha ao aquecimento global, até ao consumo sustentável e aos crimes contra a vida silvestre. Milhões de pessoas têm-se envolvido nos últimos anos, ajudando a implementar mudanças em hábitos de consumo e nas políticas ambientais nacionais e internacionais.

Cada Dia Mundial do Meio Ambiente é organizado ao redor de um tema, que chama a atenção para uma preocupação ambiental urgente. Para o ano de 2019 o mote é «Poluição do Ar».

A poluição do ar está por toda parte. Nove em cada dez pessoas no mundo estão expostas a altos níveis de poluição do ar, que excedem os números considerados seguros pela Organização Mundial da Saúde, e que causam a morte prematura de cerca de sete milhões de pessoas por ano. A poluição do ar origina, ainda, uma série de problemas de saúde e um menor desenvolvimento intelectual.

Cada Dia Mundial do Meio Ambiente tem um país anfitrião diferente – em 2019, é a China – onde as celebrações globais oficiais decorrem. Escolhido pelo país que acolhe as celebrações, o tema convida à reflexão sobre mudanças na vida quotidianas para reduzir a poluição do ar, o que, por sua vez, também pode diminuir as emissões de gases de efeito de estufa e melhorar a saúde das pessoas.

Para saber mais, consulte:

Dia Mundial do Meio Ambiente – https://www.worldenvironmentday.global/pt-br

Fonte: https://www.sns.gov.pt/noticias/2019/06/05/dia-mundial-do-meio-ambiente/

 

Aproximadamente 7 milhões de pessoas morrem prematuramente a cada ano devido à poluição do ar, sendo 4 milhões das mortes somente na região da Ásia e do Pacífico. O Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano incitará governos, indústria, comunidades e indivíduos a se unirem para explorar a energia renovável e as tecnologias verdes, bem como melhorar a qualidade do ar em cidades e regiões de todo o mundo.

Vista aérea de Xangai, na China. Foto: ONU Meio Ambiente

Vista aérea de Xangai, na China. Foto: ONU Meio Ambiente

Fonte: https://nacoesunidas.org/poluicao-do-ar-e-tema-do-dia-mundial-do-meio-ambiente-que-tera-china-como-pais-sede/

 

 

 

publicado por essmo-becre às 14:38
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Segunda-feira, 22 de Abril de 2019

Dia Internacional da Terra

Celebra-se esta segunda-feira, 22 de abril, o Dia Internacional da Terra. Mas apesar de o dia ser do planeta, as estrelas somos nós, os humanos. Segundo dados publicados pela associação ambientalista Zero a propósito do efeméride festiva, a situação ambiental no nosso planeta tem-se alterado de forma alarmante desde 1970, ano em que o Dia da Terra começou a ser celebrado: segundo a associação, por exemplo, 40% dos animais do nosso planeta desapareceram desde aquele ano.

 

De acordo com a Zero, a Terra enfrenta “a maior taxa de extinção desde que perdemos os dinossauros há mais de 60 milhões de anos”. O motivo? Os humanos e as suas atividades. “Alterações climáticas, desmatamento, perda de habitat, tráfico e caça furtiva, agricultura insustentável, poluição e uso de pesticidas”, são algumas das causas humanas para a diminuição da biodiversidade dadas pela associação, que faz o apelo para que o Dia da Terra deste ano seja celebrado a pensar na proteção das espécies.

Mas não ficamos por aqui. Diz a Zero que os humanos têm outro tipo de impacto no planeta: 40% dos animais marinhos também desapareceram e as populações de insetos — em alguns lugares do mundo — e de animais de água doce diminuíram 75%. Tudo desde 1970. Uma estatística que é concretizada um outro número: estima-se que os seres humanos tenham impactado 83% da superfície terrestre, desde ecossistemas a espécies de animais, diz a Zero.

A associação olhou também em concreto para Portugal. Diz que o país tem um “conhecimento insuficiente dos seus valores naturais”, mantendo limitações para uma avaliação rigorosa do grau de ameaça que existe sobre as diversas espécies protegidas. Aliás, acrescenta mesmo que em Portugal existe “uma política pública sem objetivos estabelecidos para a conservação das espécies” havendo legislação por publicar nesta área.

Uma chamada de atenção preocupante que pode ser resumida numa frase: “Se não agirmos agora, a extinção pode ser o legado mais duradouro da humanidade”, afirma a associação. O Dia Internacional da Terra foi criado nos EUA a 22 de abril de 1970, mas só foi reconhecido pela ONU em 2009.

Fonte: https://observador.pt/2019/04/22/dia-da-terra-planeta-perdeu-40-dos-animais-desde-1970/

ONU destaca extinção de espécies em Dia Internacional da Terra

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Foto ONU Ambiente/Peter Prokosch

Existem no mundo cinco espécies de rinocerontes e, de acordo com a ONU Ambiente, todas estão em risco de extinção.
    
22 abril 2019
 

Mais de 1 bilhão de pessoas participam em eventos em 192 países; Assembleia Geral organiza sessão para marcar data; secretário-geral pediu ações contra a mudança climática hoje e todos os outros dias; em 2020, comemoração celebra meio século.

O mundo está enfrentando a maior taxa de extinção desde que se perdeu os dinossauros há mais de 60 milhões de anos.

O alerta é da Rede Dia da Terra, que organiza o Dia Internacional da Terra. Este ano, a data marcada esta segunda-feira, 22 de abril, tem por tema “Proteja nossas espécies”.

Ação climática

No Twitter, o secretário-geral da ONU compartilhou um vídeo alertando para os efeitos da mudança climática. António Guterres pediu que no Dia Internacional da Terra, como em todos os outros dias, as pessoas tomem ações contra a mudança climática.

O chefe da ONU organiza para 23 de setembro desse ano, em Nova Iorque, a Cimeira de Ação Climática, que irá reunir líderes mundiais para discutir as melhores formas de combater as mudanças climáticas.

Esta segunda-feira, a Assembleia Geral também organiza um evento para marcar o dia. Além da presidente da Assembleia Geral, María Fernanda Espinosa, discursam representantes do Bangladesh, Bolívia, Equador, Estados Unidos e Índia.

Espécies

Em nota, a Rede Dia da Terra diz que escolheu o tema desse ano porque “a oferta da natureza para o planeta são os milhões de espécies que se conhecem e muitas outras que ainda precisam de ser descobertas.”

Apesar disso, “os seres humanos perturbaram irrevogavelmente o equilíbrio da natureza e, como resultado disso, o mundo enfrenta a maior taxa de extinção desde que se perderam os dinossauros há mais de 60 milhões de anos.”

Ao contrário do destino dos dinossauros, no entanto, a rápida extinção de espécies de hoje é resultado da atividade humana.

A organização afirma que “a destruição global sem precedentes e a rápida redução das populações de plantas e animais selvagens estão diretamente ligadas a causas impulsionadas pela atividade humana.”

Mosi estava em reabilitação desde que foi resgatado do tráfico de animais, após uma recuperação bem-sucedida teve alta alguns meses depois., by Tikki Hywood Foundation

Algumas dessas atividades são o desmatamento, perda de habitat, tráfico e caça furtiva, agricultura insustentável, poluição e pesticidas.

Segundo a nota, se a ação não for imediata, “a extinção pode ser o legado mais duradouro da humanidade.”

Campanha

A boa notícia é que a taxa de extinção ainda pode ser reduzida. Muitas das espécies em perigo ainda podem ser recuperadas. Para isso, é preciso “construir um movimento global de consumidores, eleitores, educadores, líderes religiosos e cientistas para exigir ação imediata.”

A Rede Dia da Terra pede que as pessoas participem da campanha.

Os objetivos são educar sobre a taxa acelerada de extinção de milhões de espécies e suas causas, alcançar vitórias políticas, construção de um movimento global e, por fim, incentivar ações individuais, como adoção de uma dieta baseada em vegetais e a interrupção do uso de pesticidas e herbicidas.

História

O Dia Internacional da Terra é um evento global. Segundo a presidente da Rede Dia da Terra, Kathleen Rogers, “mais de 1 bilhão de pessoas em 192 países participam daquele que é o maior dia de ação com foco cívico no mundo.”

Rogers diz que este “é um dia de ação política e participação cívica.” As pessoas marcham, assinam petições, reúnem-se com seus representantes eleitos, plantam árvores, limpam cidades e estradas. Corporações e governos usam o dia “para fazer promessas e anunciar medidas de sustentabilidade.”

Em 2020, o dia celebra 50 anos. Em 22 de abril de 1970, milhões de pessoas foram para as ruas protestar contra os impactos negativos de 150 anos de desenvolvimento industrial.

Nos Estados Unidos e em todo o mundo, a poluição do ar estava se tornando mortal e havia cada vez mais provas de que a poluição levava a atrasos no desenvolvimento de crianças. A biodiversidade estava em declínio como resultado do uso de pesticidas e outros poluentes.

Segundo a organização, líderes religiosos, incluindo o papa Francisco, “ligam o Dia da Terra com a proteção das maiores criações de Deus, dos seres humanos, da biodiversidade e do planeta.”

Coral Reef Image Bank/Jayne Jenk
Uma tartaruga nada por um recife de coral nas Maldivas

 

publicado por essmo-becre às 19:54
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Sexta-feira, 22 de Março de 2019

Dia Mundial da Água 2019 — ‘Não deixar ninguém para trás’

 

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Um direito humano privado a mais da metade da população mundial

“Não deixar ninguém para trás” é o mote do Relatório Mundial da ONU sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos de 2019 que analisa e aborda os desafios emergentes que dizem respeito ao acesso universal à água potável e ao saneamento.

Enquadrado e harmonizado com o Dia Mundial da Água, a mensagem “Não deixar ninguém para trás” do Relatório diz respeito à promessa central do Objetivo 6 da Agenda 2030 para o Desenvolvimento, que defende o acesso universal e equitativo à água potável e ao saneamento até 2030.

“A água é um direito humano. Ninguém deve ter esse acesso negado. Este Dia Mundial da Água é sobre defender este direito para todos, não deixando ninguém para trás”, sublinha o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 é absolutamente claro: alcançar o acesso a saneamento e higiene adequados e justos para todos, melhorar a qualidade da água e reduzir para metade a proporção de águas residuais não tratadas reduzindo substancialmente o número de pessoas afetadas pela escassez de água. Um propósito que simboliza precisamente a mensagem do Dia Mundial da Água de 2019: não deixar ninguém para trás.

Os desafios emergentes

Embora o objetivo seja claro, o Relatório da ONU dá conta que três em cada dez pessoas não têm acesso a água potável, mais de 2 mil milhões vivem em países com um elevado nível de “stress” hídrico e que cerca de 4 mil milhões de pessoas passam por uma grave escassez de água potável durante, pelo menos, um mês do ano. Quase metade das pessoas que bebem água de fontes desprotegidas vivem na África Subsaariana sendo que, seis em cada dez pessoas não têm acesso a serviços de saneamento com segurança.

O uso da água tem vindo a aumentar cerca de 1% ao ano, em todo o mundo, desde a década de 80 e esta tendência deverá manter-se. A escassez deste bem universal tende a aumentar até 2050 devido à demanda dos setores industrial e doméstico nas economias emergentes. Este crescimento é também impulsionado por uma combinação de crescimento populacional, desenvolvimento socioeconómico e evolução dos padrões de consumo.

A agricultura (irrigação, pecuária e aquacultura) representa 69% das captações anuais de água a nível mundial, tornando-a no setor que mais consome água no planeta. A indústria (incluindo a geração de energia) é responsável por 19% do consumo de água e as famílias por 12%. O Relatório observa ainda que a procura global da água potável vai sofrer um aumento na ordem dos 20 a 30% até 2050 e que, caso a degradação do ambiente e as pressões insustentáveis ​​sobre os recursos hídricos globais continuem, em 2050, 45% do PIB mundial e 40% da produção mundial de cereais estarão em risco.

De forma a fazer cumprir o objetivo a que se propõe na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, o relatório das Nações Unidas realça a necessidade de adaptar as abordagens políticas e práticas de forma a abordar as causas da exclusão e desigualdade.

Quem está a ser deixado para trás?

Ao desafiar o mote do Dia Mundial da água “Não deixar ninguém para trás”, estão milhões de pessoas que vivem sem este recurso essencial – quer em casa, na escola, no local de trabalho, em terrenos agrícolas ou em fábricas – e que lutam para sobreviver e prosperar dia após dia.

Nos grupos mais afetados pela escassez de água potável e saneamento adequados estão os grupos mais pobres ou que sofrem discriminação social tais como  minorias étnicas, mulheres, crianças, refugiados, povos indígenas, pessoas com deficiências e outras minorias.

Alguns dos motivos de discriminação que determinados grupos enfrentam no acesso à água dizem respeito ao sexo, género, raça, etnia, religião, condição de nascimento, casta, língua, nacionalidade, incapacidade, idade, estado de saúde e situação económica e social. Fatores como a degradação ambiental, as mudanças climáticas, o crescimento demográfico, os conflitos, os fluxos migratórios e a deslocação forçada, podem também contribuir para a marginalização de grupos no acesso à água potável.

Como fazer face ao desafio

No seguimento da resolução histórica da Assembleia Geral das Nações Unidas que, em 2010, reconheceu o acesso à água como um direito humano, é exigido aos Estados-Membros que criem condições para fornecer acesso universal à água e ao saneamento, sem discriminação e priorizando os mais desfavorecidos – um dever estabelecido, porventura, no ODS 6.

Para fazer face ao desafio o Relatório destaca a importância da ação comunitária que reflita valores morais, um entendimento científico, "pontos de inflexão" e "resiliência". Melhorar a gestão dos recursos hídricos e fornecer, a todos, o acesso a água potável e saneamento seguros e acessíveis financeiramente são ações essenciais para erradicar a pobreza e garantir que “ninguém seja deixado para trás” no caminho rumo ao desenvolvimento sustentável.

Mais especificamente, as medidas passam por transformar acordos políticos em regras juridicamente vinculativas; garantir a distribuição dos serviços de água e saneamento de forma equitativa; exercer as normas internacionais do trabalho elaboradas pelos constituintes (governos, empregadores e trabalhadores) e estabelecer instrumentos de soft-law (resoluções, comentários gerais, princípios, diretrizes e códigos de conduta) que possam influenciar o desenvolvimento do direito internacional e incentivar as organizações não-governamentais (ONGs) a promoverem a participação ativa do público nestas matérias – já que se verifica que se tornam cada vez mais influentes na formulação de políticas.

Pelas palavras do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, a mudança passa por “encorajar a cooperação para enfrentar a crise mundial da água e fortalecer a nossa resiliência face aos efeitos das mudanças climáticas de forma a garantir o acesso à água a todos, especialmente aos mais vulneráveis”.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável recupera 17 desafios ambiciosos com o objetivo de serem erradicados pela comunidade global. Estes 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) incluem metas para o acesso à água potável e ao saneamento, bem como metas para enfrentar a desigualdade e a discriminação e muitos outros objetivos fundamentais para “não deixar ninguém para trás” e “alcançar o mais desfavorecido primeiro”.

Fonte: https://www.unric.org/pt/actualidade/32504-um-direito-humano-privado-a-mais-da-metade-da-populacao-mundial

 

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publicado por essmo-becre às 20:25
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Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010

Dia dos Direitos Humanos - 10 de Dezembro de 2010 - Nobel da Paz 2010

Hoje é o Dia dos Direitos Humanos. Esta data foi escolhida para celebrar a proclamação pela Assembleia Geral das Nações Unidas da Declaração Universal dos Direitos do Homem, no dia 10 de Dezembro de 1948. A designação deste dia comemorativo teve lugar na reunião plenária da Assembleia do dia 4 de Dezembro de 1950. Também é neste dia que habitualmente são entregues o Prémio Nobel da Paz e os prémios das Nações Unidas no campo dos direitos humanos. Na África do Sul, o dia é comemorado a 21 de Março, em memória do massacre de Sharpeville.

A Declaração Universal dos Direitos do Homem é um texto jurídico singelo, de trinta artigos, que condensa pela primeira vez na história da humanidade um conjunto de direitos, liberdades e garantias de todos os seres humanos. Ela foi posteriormente desenvolvida por outros textos, mais detalhados, destacando-se o pacto internacional de direitos civis e políticos e o pacto internacional dos direitos económicos, sociais e culturais, aprovados em 1966.


PINTO DE ALBUQUERQUE, PAULO - Estado de Direito. Direitos Humanos. Diário de Notícias. [Em linha]. 10 Dez. 2010. [Consult. 10 Dez. 2010]. Disponível em WWW: <URL:http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1731392&seccao=Paulo%20Pinto%20de%20Albuquerque&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco>.

 

 

 

Uma cadeira vazia, uma fotografia e um dos seus textos, lido pela actriz norueguesa Liv Ulman representaram o professor de literatura de 54 anos Liu Xiaobo, na cerimónia de entrega do prémio Nobel da Paz.



Em 109 anos de história do Nobel da Paz é a segunda vez que o símbolo da cadeira vazia é utilizado para representar um laureado. A primeira foi em 1936 quando o homenageado desse ano, o pacifista Carl von Ossietzsky, se viu impossibilitado de ir recolher o Nobel, por se encontrar encarcerado num campo de concentração nazi.

Três outros laureados com o Nobel da Paz viram-se impossibilitados de comparecer á cerimónia por razões políticas. A activista birmanesa dos direitos humanos Aung San Suu Kyi, o sindicalista polaco Lech Walesa e o dissidente soviético Andrei Sakharov, mas os esposos ou outros familiares receberam o prémio em seu nome.

No caso de Liu Xiabo isso não aconteceu pois, logo que o vencedor do prémio foi anunciado, as autoridades chinesas colocaram a mulher do dissidente sob prisão domiciliária e fizeram tudo o que estava ao seu alcance para impedir que alguém viajasse até Oslo para receber o Nobel em seu nome.

Pequim não se poupou a esforços para boicotar o evento. A Amnistia Internacional diz ter relatórios de “fontes de confiança” de que os diplomatas chineses na Noruega pressionaram os residentes chineses no país para que participassem em manifestações contra o Nobel , durante a realização da cerimónia.

 

 

TV1.rtp.pt [Em linha]. 10 Dez. 2010. [Consult. 10 Dez. 2010]. Disponível em WWW: <URL:http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Pela-segunda-vez-na-Historia-a-cadeira-esteve-vazia-na-entrega-do-Nobel-da-Paz.rtp&article=398360&visual=3&layout=10&tm=7&source=mail>.


publicado por essmo-becre às 23:23
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Terça-feira, 1 de Junho de 2010

1 de Junho - Dia da CRIANÇA

publicado por essmo-becre às 15:50
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