Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014

Lord Byron

Lord Byron

1788 - 1824

"A vila de Cintra na Estremadura é, talvez, a mais bela do mundo inteiro"
(Lord Byron)

 

A 22 de Janeiro de 1788, nasce Lord George Byron, poeta romântico inglês que se deixou encantar por Sintra, durante a sua (curtíssima) passagem por Portugal.

 

Considerado um dos maiores poetas de língua inglesa, começou cedo a escrever e deixou obras de referência do período romântico. A sua vida é digna de um típico herói romântico com todas as aventuras, conflitos interiores e paradoxos. A sua personalidade e modo de estar na vida influenciaram varias personalidades da Literatura, das Artes Plásticas e da Música até aos dias de hoje. Muito viajado, esteve em Portugal, tendo ficado maravilhado com o ambiente de neblina e mistério de Sintra. Teve vida aventurosa e abraçou com entusiasmo causas humanitárias. Partiu para a Grécia e lutou ao lado dos gregos contra o opressor, que era então a Turquia. A Grécia actual é país independente apenas desde 1829. Byron, ferido na Guerra de Independência da Grécia contra a Turquia, acabou por contrair uma febre que o levou à morte, aos 36 anos. Morreu na praia, dizendo para um amigo que o acompanhava: É chegada a ocasião de descansar!

 

Segundo informação disponibilizada pela prestigiada Infopédia, da estadia do poeta em Sintra resta a referência de Byron, em termos depreciativos, a Portugal e aos portugueses (estrofes 14 a 33 de Child Harold's Pilgrimage). No entanto, Eduardo Manuel Alves Duarte, na sua tese de doutoramento em História da Arte, em 2066, faz numerosas referências a Lord Byron, ao seu espírito romântico, e às apreciações negativas que fez do nosso país, mas, sobretudo, às apreciações positivas, nomeadamente, beleza enaltecida que Byron encontra na Vila de Sintra (descrevendo-a como, talvez, a mais bonita vila de todo o mundo).

 

A carta que, a certa altura, Byron escreve a um seu conterrâneo documenta eloquentemente os dois aspectos acima referidos - o elogio explícito de Sintra e a crítica  irónica aos portugueses.

 

A quem interessar conhecer melhor a relação entre Lord Byron e o nosso país, recomendo vivamente a consulta da já referida tese de doutoramento que poderá realizar aqui. E poderá entender melhor o poeta que, ora sendo elogiado, ora desdenhado, aos 18 anos tinha a poesia lírica de camões como a sua "leitura favorita e intensamente apreciada". 

"Eis que em vários labirintos de montes e vales 
surge o glorioso Eden de Sintra. 
Ai de mim! Que pena ou que pincel 
logrará jamais dizer a metade sequer 
das belezas destas vistas (...)?"
(Lord Byron)

 

 

 

Fontes consultadas e disponíveis na www:

 

<URL:http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/8277/3/ULFBA_TES%20250_VOL.%201.pdf>.

<URL: http://www.infopedia.pt/$lord-byron>. 

<URL:http://www.leme.pt/historia/palavras/byron.html>.

 

 

 

 

publicado por essmo-becre às 00:49
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Quinta-feira, 10 de Outubro de 2013

Nobel da Literatura

 

Nascida na província canadiana de Ontário em 1931, a escritora Alice Munro venceu nesta quinta-feira o Prémio Nobel da Literatura, atribuído pela Academia Sueca, que nela reconheceu um “mestre do conto contemporâneo”. Munro recebera já alguns dos mais importantes prémios literários, incluindo, em 2009, o prestigiado Man Booker International Prize, e era há muito uma candidata recorrente ao Nobel da Literatura.

 

Pode ficar a saber mais sobre o artigo do jornal Público, de onde retirámos este excerto, clicando aqui.

publicado por essmo-becre às 22:05
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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011

Ler na arte ou a arte de ler

publicado por essmo-becre às 19:18
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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Nobel da Literatura

A Real Academia Sueca de Ciências atribuiu hoje o Nobel da Literatura 2009 à alemã Herta Müller. Uma escritora que "soube descrever a paisagem dos espoliados".

 

António Guerreiro (www.expresso.pt)
11:52 Quinta-feira, 8 de Out de 2009

 

Herta Müller é a 12.ª mulher a ser distinguida com o Nobel da Literatura
Herta Müller é a 12.ª mulher a ser distinguida com o Nobel da Literatura
Klaus-Dietmar Gabbert/EPA

 

"Ainda não está na minha cabeça, não esperava, estava certa de que não se passaria nada, ainda não consigo falar, é muito cedo, preciso de tempo para ordenar isto". Foi assim que a autora de origem romena, 56 anos, prémio Nobel da Literatura reagiu em conferência de imprensa improvisada na pequena delegação da Associação dos Editores e Livreiros Alemães.

"Agora estou a pensar que quem ganhou não fui eu, foram livros, e não a minha pessoa, e julgo que é a melhor forma de lidar com a situação", acrescentou Herta Müller, pouco à vontade perante dezenas de objectivas fotográficas e câmaras de televisão.

Nascida em 1953, na Roménia, no seio de uma minoria de língua alemã, Herta Müller refugiou-se na Alemanha em 1987, para fugir ao regime de Ceausescu, com o qual sempre se recusou a colaborar. Por isso, esta mulher que estudou filologia germânica e românica teve de viver como tradutora.

A vida quotidiana sob o regime comunista forneceu-lhe a matéria para os livros que a projectaram como um dos nomes mais importantes da literatura de língua alemã da actualidade.

Publicou a primeira obra em 1982. Intitulada "Niederungen" (Terras Baixas) foi censurada pelo regime de Ceausescu. Em 1984, a versão original acabaria por ser publicada na Alemanha, projectando a sua escrita além fronteiras (ver relacionados no final do texto).

A Academia sueca, justificando a sua decisão, fala de uma escritora que "soube descrever a paisagem dos espoliados". Mais uma vez, trata-se de uma justificação que tem em conta razões políticas e humanistas.

Herta Müller vive actualmente em Berlim e ganhou alguns dos mais importantes prémios literários alemães, nomeadamente o Prémio Büchner.

É a 12.ª mulher a ser distinguida com o Prémio Nobel e o 13.º escritor de língua alemã que o obtém. Foi, aliás, por via de uma outra mulher escritora, a austríaca Elfriede Jelinek, que o Prémio Nobel tinha distinguido, em 2004, pela última vez, a literatura de língua alemã.

Em Portugal, Herta Müller tem dois livros traduzidos: "O Homem É um Grande Faisão Sobre a Terra" (Cotovia, 1993) e "A Terra das Ameixas Verdes" (Difel, 1999), ambos esgotados.

 

in http://aeiou.expresso.pt/nobel-da-literatura-para-herta-muller=f540144

 

Para saber mais, clique aqui

 

 

publicado por essmo-becre às 00:08
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