Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2019

Maratona de cartas - Direitos Humanos

A este propósito, recebemos o seguinte mail da Amnistia Internacional - Portugal.

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Obrigada a todos que participaram em nome da escola

publicado por essmo-becre às 12:05
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Terça-feira, 10 de Dezembro de 2019

Dia Internacional dos Direitos Humanos

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Anualmente, no dia 10 de dezembro, celebra-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Este ano comemora-se o 71.º aniversário da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos , o 10.º aniversário da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, o 30.º aniversário da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança e o 70.º aniversário do Conselho da Europa.

(https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/noticias/dia-internacional-dos-direitos-humanos-2)

#DiadosDireitosHumanos

Nações Unidas celebram papel dos jovens no Dia dos Direitos Humanos

BR

 

10 dezembro 2019

Secretário-geral da ONU disse que “em todo o mundo, os jovens marcham, organizam-se e defendem” várias causas; para alta comissária dos Direitos Humanos, 2019 “foi um ano de enorme ativismo”.

Esta terça-feira, 10 de dezembro, o Dia dos Direitos Humanos celebra o papel dos jovens para tornar esses direitos uma realidade em todos os países.

Em mensagem sobre o dia, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que “em todo o mundo, os jovens marcham, organizam-se e defendem” várias causas.

Luta

O chefe das Nações Unidas destaca que os jovens estão pedindo “o direito a um meio ambiente saudável, direitos iguais para mulheres e meninas, o direito de participarem em tomadas de decisão e de expressarem suas opiniões livremente.”

Segundo ele, os mais novos “estão marchando pelo direito que têm a um futuro de paz, justiça e oportunidades iguais.”

Guterres afirmou que cada pessoa deve gozar de todos os direitos, sejam eles civis, políticos, econômicos, sociais e culturais, independentemente de onde vivem, e sem importar a sua raça, etnia, religião, origem social, gênero, orientação sexual, política ou outra opinião.

O secretário-geral disse ainda que não deve “importar quanto cada um ganhe, se vive com uma deficiência ou qualquer outra condição.”

Exemplo

Já a alta comissária da ONU para os direitos humanos, Michelle Bachelet, afirmou que 2019 “foi um ano de enorme ativismo, principalmente entre os jovens.”

Ela lembrou que o dia é marcado enquanto ocorre a Conferência da ONU sobre o Clima, COP 25, em Madri, na Espanha. Bachelet disse que todos devem mostrar “gratidão aos milhões de crianças, adolescentes e jovens adultos que se levantaram e se manifestaram sobre a crise que o planeta enfrenta.”

A chefe dos direitos humanos lembrou que é o futuro dessas pessoas “que está em jogo e o futuro de todos aqueles que ainda nem nasceram.” São eles que “terão de lidar com todas as consequências das ações, ou falta de ação, das gerações mais velhas.”

Alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, Foto ONU/Jean Marc Ferré

Michelle Bachelet afirmou, no entanto, que as lutas contra a mudança climática e outras crises de direitos humanos não podem ser deixadas apenas para os jovens.  Segundo ela, “todos podem e devem defender os princípios universais de direitos humanos.”

Para a alta comissária, “um mundo com direitos humanos enfraquecidos é um mundo que está voltando para um passado sombrio, quando os poderosos podiam atacar os impotentes com poucos ou nenhum limite moral ou legal.”

Jovens

Segundo as Nações Unidas, o objetivo do tema deste ano é “destacar o papel de liderança da juventude nos movimentos coletivos como fonte de inspiração para um futuro melhor.”

A ONU pretende celebrar o potencial dos jovens como agentes construtivos de mudança, amplificar suas vozes e envolver uma ampla gama de audiências globais na promoção e proteção de direitos.

A participação na vida pública é um princípio fundamental dos direitos humanos. A ONU diz que os jovens “precisam ser ouvidos para tornar as decisões mais eficazes e alcançar um desenvolvimento sustentável para todos.”

Segundo a organização, “os jovens sempre foram grandes impulsionadores da transformação política, econômica e social.” Eles estão na frente das mobilizações populares e trazem novas ideias e soluções para um mundo melhor.

O Dia dos Direitos Humanos é marcado todos os anos em 10 de dezembro. Esse foi o dia em que a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Disponível em mais de 500 idiomas, é o documento mais traduzido do mundo.

Unicef/ David Berkwitz
Secretário-geral voltou a mencionar os protestos de jovens pelo mundo pedindo ação climática imediatamente.

 

https://news.un.org/pt/story/2019/12/1697321

 

 

publicado por essmo-becre às 16:13
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Terça-feira, 20 de Março de 2018

Direitos Humanos

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publicado por essmo-becre às 16:18
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016

Maratona de Cartas 2016 - Amnistia Internacional

Recebemos hoje a mensagem que a seguir apresentamos e que nos lança o desafio de participarmos, ativamente, na comemoração do Dia dos Direitos Humanos (10 de dezembro), visitando o sítio da Amnistia Internacional Portugal.

Trata-se de uma oportunidade de participar na campanha JUNTE-SE a NÓS, MARATONA DE CARTAS - Assine. A vida de alguém depende disso! da Amnistia Internacional.

A AI é um movimento de pessoas de todo o mundo que lutam pelos Direitos Humanos. A sua visão é a de um mundo em que cada pessoa desfruta de todos os Direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos. (http://www.amnistia.pt/)

Agora, leia a mensagem e decida se assina!

 

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Amnistia Internacional - Maratona de Cartas 
Assunto: Maratona de Cartas 2016
 

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

 

Maratona de Cartas

Cara/o amiga/o,

 

 

Este é o maior evento global de direitos humanos organizado anualmente pela Amnistia Internacional, no âmbito da data simbólica de 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Durante esta campanha, milhares de pessoas por todo o mundo são convidadas a assinar ou a escrever cartas em defesa de indivíduos ou comunidades em risco. Desta forma, no início de janeiro, todos os apelos recolhidos são enviados para as entidades competentes dos países a que se destinam.

Em 2015, foi conseguido o impressionante número de 3,7 milhões de cartas, mensagens, postais, emails, tweets, entre outras ações, enviados para os responsáveis pelos casos escolhidos a nível internacional. E resultou! Ao longo de 2016, alguns dos casos da Maratona conheceram desfechos felizes, como consequência dos milhares de chamadas de atenção que receberam através da Maratona de Cartas. Temos como exemplo a libertação de Albert Woodfox, colocado em cela solitária onde, injustamente, passou 44 anos da sua vida, a libertação de Phyoe Phyoe Aung, uma representante de uma associação de estudantes em Myanmar, a libertação de Yecenia Armenta, no México, detida arbitrariamente e submetida a tortura para extração de uma confissão.

Este ano, focamo-nos em quatro casos:

Annie Alfred (do Malawi) - Annie nasceu com albinismo. No Malawi, acredita-se que o corpo destas pessoas tem poderes mágicos, pelo que elas são perseguidas e mortas por se crer que a posse de partes do seu corpo traz riqueza e boa-sorte. O comércio macabro de partes de corpos de albinos é também alimentado pela convicção de que os ossos destas pessoas contêm ouro. Vamos exigir que o Malawi proteja as pessoas com albinismo de homicídio.

Edward Snowden (E.U.A.) - Snowden potenciou um movimento global de defesa da privacidade na era digital, ao divulgar um conjunto de informações sobre a existência de um sistema de vigilância global autorizado pelos Governos. Pela primeira vez em 40 anos, os E.U.A. aprovaram leis para controlar a vigilância governamental, e várias empresas dedicam-se agora muito mais à proteção da nossa informação pessoal. Vamos apelar para que Snowden seja perdoado, uma vez que agiu unicamente em defesa do interesse público.

Eren Keskin (Turquia) - Advogada e antiga diretora de jornal, Eren Keskin tem sido uma voz crítica do Estado turco há décadas. Há 11 anos, um dos seus discursos enfureceu as autoridades, pois acusou o Estado de “assassinar uma criança de 12 anos de idade”. Por isto, foi condenada em 2014 por "insulto ao Estado turco". Eren tem já mais de 100 acusações por falar livremente e denunciar abusos de direitos humanos na Turquia. Vamos exigir que Eren não seja presa, e que todas as acusações sejam retiradas.

Shawkan (Egito) - Mahmoud Abu Reid (conhecido como Shawkan) estava a fazer o seu trabalho como fotojornalista ao cobrir uma manifestação a 14 de agosto de 2013 no Cairo, quando assistiu e registou a intervenção brutal das forças policiais. Quando a polícia descobriu que Shawkan era jornalista, prenderam-no. Amarraram-lhe as mãos com cabos de plástico que acabariam por cortar a pele e ensanguentarem os pulsos. Foi brutalmente agredido. Hoje, 3 anos depois, encontra-se detido na conhecida Prisão de Tora, no Cairo, e, embora tenha contraído Hepatite C, tem-lhe sido negado qualquer acesso a tratamento médico. “Fotografar não é um crime”, disse. Vamos apelar ao Egito para retirar todas as queixas contra Shawkan e a libertá-lo imediatamente.

 

A sua assinatura tem o poder de contribuir para um mundo em que os Direitos Humanos são usufruídos em plenitude por cada vez mais pessoas, nomeadamente nestes casos que este ano apresentamos.

Vá a http://www.euassino.amnistia.pt/#inicio-maratona e assine!

 

 

publicado por essmo-becre às 21:55
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Sexta-feira, 10 de Abril de 2015

10 livros infantis que abordam os direitos humanos

O direito à vida e à convivência familiar, o acesso à educação, ao lazer, ao brincar. O direito de estar a salvo de qualquer tipo de discriminação e violência. Todos esses direitos, entre tantos outros, são considerados essenciais e resguardados às crianças por lei. Mas será que elas têm consciência do que cada um deles representa?

Apoiando-se na leitura como porta de acesso a essas informações, o Promenino pesquisou junto a especialistas* na área da educação e da literatura e chegou a uma seleção de 10 livros infantis que abordam esses temas de forma sensível e sem artificialismos.

Uma seleção de livros transformadores, de diferentes nacionalidades, os quais, segundo definição do autor e crítico inglês Aidan Chambers, “enriquecem a imagem do mundo e sua existência; ajudam a conhecer a si mesmo e a compreender os outros e a sociedade em que se vive, assim como a sociedade em que vivem as outras pessoas”.

Boa leitura!

in http://portal.aprendiz.uol.com.br/

 

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publicado por essmo-becre às 01:12
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