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Biblioteca Escolar / Centro de Recursos da ESSMO

O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

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O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

Citação do dia

Dia do Autor Português

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SPA celebra os Autores e a Cultura no dia 22 de Maio distinguindo obras e carreiras

Realiza-se no próximo dia 22 de Maio, às 18 horas, na Sala Galeria Carlos Paredes, no edifício 2 da SPA, a cerimónia comemorativa do Dia do Autor Português e também do 94º aniversário da fundação da cooperativa dos autores portugueses
Prémio de Consagração de Carreira será atribuído este ano ao artista visual José de Guimarães, um dos mais prestigiados em Portugal e no mercado internacional, com uma vasta obra representada em importantes espaços museológicos em vários países.
As Medalhas de Honra da cerimónia deste ano serão entregues ao arqueólogo Cláudio Torres, ao cenógrafo, arquitecto e professor José Manuel Castanheira, a Sylvie Forbin, directora-geral adjunta da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, com sede em Genebra, à coreógrafa e bailarina Olga Roriz, ao locutor e autor de programas de rádio e televisão João Paulo Diniz, que na noite de 24 de Abril emitiu a primeira senha radiofónica do MFA, ao Centro de Estudos Judiciários, a Quim Barreiros e a Jean-Noel Tronc, CEO da sociedade de Autores francesa SACEM e vice-presidente do grupo Europeu de Sociedades de Autores, que lança em Lisboa, no dia 23, o livro "E se Recomeçássemos pela Cultura ?-em Defesa da Soberania Europeia , tradução da obra que está neste momento a ser editada em França.
Os Prémios Pró-Autor irão ser entregues à Fundação Francisco Manuel dos Santos, presidida por Jaime Gama, à Profª Patrícia Akester, à Profª Annabela Rita, a Isabelle de Oliveira, professora e presidente do Instituto do Mundo Lusófono, com sede em Paris, à Associação Cultural Museu Cavaquinho, presidida por Júlio Pereira, e também à maestrina Joana Carneiro.
Prémio Mariano Gago para o melhor livro de divulgação científica publicado em 2018 será entregue ao professor Onésimo Teotónio de Almeida pelo livro "O Século dos Prodígios". O vencedor é professor na Universidade de Brown nos Estados Unidos.
Mensagem do Dia do Autor será lida pelo autor e intérprete Miguel Ângelo, que a escreveu para esta cerimónia.
No final actuará o cantor-autor Luís Caracol.

Lisboa, 13 de Maio de 2019

Notícias. Sociedade Portuguesa de Autores [em linha].  [consult. 2019-05-21 15:20:01]. Disponível na Internet: https://www.spautores.pt/comunicacao/noticias/spa-celebra-os-autores-e-a-cultura-no-dia-22-de-maio-distinguindo-obras-e-carreiras

 
 

A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) foi fundada em 1925, na época com a designação Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses (SECTP). Só em 1970 foi adotada a designação SPA devido a uma revisão dos estatutos, que datavam de 1928, que originou uma maior abrangência da ação da entidade nas áreas de criação intelectual.

A SPA representa os autores portugueses de todas as disciplinas literárias e artísticas. Por altura do 75.º aniversário a sociedade representava quase vinte mil criadores. Em simultâneo, salvaguarda os direitos dos criadores inscritos em cerca de 170 sociedades de autores estrangeiros de 90 países.

No seu repertório, a SPA inclui obras literárias, originais, traduzidas ou adaptadas; obras dramáticas e dramático musicais e respetiva encenação; obras musicais; obras coreográficas; obras radiofónicas, televisivas, cinematográficas e multimédia; obras de artes plásticas, arquitetura, urbanismo, design e fotográficas; obras publicitárias; e obras informáticas.

A revisão dos estatutos que levou à alteração da designação da sociedade para SPA ocorreu em 1970. Cinco anos mais tarde, foi assinalado o 50.ºaniversário da sociedade com inauguração de uma nova sede, na Avenida Duque de Loulé, em Lisboa.

Desde 1982, é assinalado o Dia do Autor Português a 22 de maio, uma iniciativa do maestro Nóbrega e Sousa. Todos os anos, neste dia, é divulgada a Mensagem do Dia do Autor, assinada por personalidades da cultura portuguesa, assim como organizados eventos culturais e atribuídos prémios.

A SPA distribui anualmente os prémios Consagração de Carreira, Revelação e o Grande Prémio do Teatro Português.

A SPA recebeu, em 1985, a Ordem do Infante D. Henrique e a Medalha de Mérito Cultural e, dez anos mais tarde, a Ordem de Mérito Nacional.

 

 

Sociedade Portuguesa de Autores in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2019. [consult. 2019-05-21 15:20:01]. Disponível na Internet: 

 

Dia do Autor Português (por Luísa Ducla Soares )

 

Terá alguma importância para a criança do jardim de infância o contacto com textos de autores portugueses quando há tantos autores estrangeiros, de renome internacional, que se têm dedicado a esta faixa etária?

Parece-me que é imprescindível pois só eles transmitem o fascínio pela nossa língua que nos deve cativar desde os primeiros anos, brincando com as palavras que usamos no dia a dia, fazendo-nos descobrir a sua versatilidade, desenvolvendo, através de situações ligadas à realidade local, o gosto pela identificação, pela descoberta.

O dia do autor português, para os mais pequenos, deve também abranger os autores anónimos que, ao longo dos séculos, criaram um tesouro: o património da literatura oral. São eles os responsáveis pelas lengalengas que tanto desenvolvem ludicamente a memória, pelos travalínguas que, em jeito de desafio, melhoram a dicção, pelas adivinhas que fazem pensar e são também um fator de desenvolvimento.

Eu aprendi a amar a língua divertindo-me com o meu pai, que sabia de cor muitos jogos e rimas infantis, os quais nunca mais esqueci, que fazem hoje parte de mim, e sinto-me na obrigação de os ir passando às novas gerações.

Diariamente verifico nas escolas como os meninos do jardim de infância aderem com redobrado entusiasmo aos textos elaborados em português.

Quando hoje os autores se deslocam a estabelecimentos de ensino, privilegiam cada vez mais os encontros com os mais novos e encontram neles extraordinárias capacidades de fruição de literatura infantil, uma imaginação muito fértil e espontânea e até um gosto pela criação autónoma. Às vezes ao entrarem para o 1.º ciclo, começam a ficar formatados de acordo com programas que lhes cortam certa autonomia de expressão.

Um dia o meu neto de 3 anos disse-me:
   - Avó, tu és indecente.
   - Porquê?
   - Porque só escreves para os mais velhos. E nós queremos livros para nós.

Dei-lhe toda a razão e desde então tenho-me deliciado a escrever para quem não sabe ler mas tem uma inaudita capacidade de captar, de compreender, de questionar, de interagir.

Sugiro a todas as educadoras que desvendem aos seus alunos todas as potencialidades da literatura de autor e sem autor escrita na nossa língua, porque ela é, como dizia Pessoa, a nossa verdadeira Pátria.

 

 

 

 

 

 

 

 

Luísa Ducla Soares – Nascida em Lisboa e licenciada em Filologia Germânica, dedica-se especialmente à literatura infantojuvenil como autora, estudiosa, divulgadora. Tendo sido jornalista, adjunta do Ministério da Educação e trabalhando 30 anos na Biblioteca Nacional, tem realizado numerosas sessões de incentivo à leitura e conferências em escolas, bibliotecas, universidades. 
Autora de cerca de 130 livros, recusou, por motivos políticos, o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho e foi por duas vezes galardoada pela Fundação Calouste Gulbenkian, uma delas pelo conjunto da sua obra.

 

 

 

 

http://www.portoeditora.pt/espacoprofessor/dia-autor-portugues

DIA DO AUTOR PORTUGUÊS

 

Desde 1982 que se comemora, no dia 22 de Maio,  o Dia do Autor Português, uma homenagem e reconhecimento àqueles que, nas diferentes áreas artísticas, ao longo da história de Portugal nos têm  enriquecido culturalmente com as suas criações.

A Sociedade Portuguesa de Autores  comemora, a partir das 18 horas, o seu 89º aniversário [e] também o Dia do Autor Português.

 

A sessão comemorativa [incluirá] uma intervenção de fundo do presidente José Jorge Letria, a leitura da mensagem do Dia do Autor, escrita por António Torrado, a entrega do Grande Prémio de Teatro SPA/Novo Grupo e também a entrega de sete Medalhas de Honra a autores que se destacaram e do mesmo número de Prémios Pró-Autor a personalidades individuais e colectivas que se evidenciaram na defesa dos autores e das suas obras.
 

O Prémio de Consagração de Carreira será entregue à escritora Maria Teresa Horta, um dos nomes mais importantes da literatura portuguesa contemporânea, tanto na poesia como na ficcção narrativa.
 
Assinalando a comemoração dos 40 anos do 25 de Abril, serão entregues duas placas comemorativas à Associação 25 de Abril, representada pelo seu presidente, coronel Vasco Lourenço, e a Manuel Alegre, autor de um significativo conjunto de poemas que anunciaram, com anos de antecedência, o derrube da ditadura.
 
No final, Carlos Alberto Moniz interpretará vários temas que evocam a obra de grandes poetas e o triunfo dos militares e do povo em 25 de Abril de 1974. 
  
PRÉMIO AUTORES 2014 | Vencedores

 

 

A cerimónia de entrega do Prémio Autores 2014, teve lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Lisboa, no passado dia 8 de Maio de 2014, com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, da vereadora do pelouro da Cultura, Catarina Vaz Pinto, e dos presidente e vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, José Jorge Letria e João Lourenço, respetivamente.

 

Conheça aqui todos os nomeados do Prémio Autores 2014
Dos  Vencedores do Prémio Autores 2014 destacamos:  
  
TEATRO
 
Melhor Texto Português Representado
“Sabe Deus Pintar o Diabo”- Abel Neves
 
 
LITERATURA
Melhor Livro Infanto-Juvenil
“O Senhor Pina” de Álvaro Magalhães e Luiz Darocha (Ilustrador), Ed. Assírio & Alvim
 
Melhor Livro de Poesia
“Gaveta do Fundo”, de A.M. Pires Cabral, da Ed. Tinta da China
 
Melhor Livro de Ficção Narrativa
“Para Onde Vão os Guarda-Chuvas”, de Afonso Cruz. Ed. Alfaguara
 
PRÉMIO VIDA E OBRA DE AUTOR NACIONAL
Professor José-Augusto França
Relativamente ao Prémio Vida e Obra de Autor Nacional, tendo em conta que o Professor José-Augusto França é nosso conterrâneo (nasceu em tomar a 16 de novembro de 1922), deixamos aqui alguns dados relevantes desta personalidade, considerada um dos mais conceituados historiadores e ensaístas contemporâneos, com cerca de 200 obras publicadas em áreas distintas. 

José Augusto França, ensaísta e crítico de arte, licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas, doutorou-se em Letras e Ciências Humanas pela Sorbonne e é professor catedrático jubilado (1974-1992) da Universidade Nova de Lisboa, onde dirigiu o Departamento de História de Arte. Membro da Academia Nacional de Belas-Artes, tendo sido seu presidente entre 1977-1980, da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia Real de S. Fernando (Espanha), é membro honorário do Comité International d'Histoire de d'Art, e presidente de honra da Association Internationale des Critiques d'Art. Foi ainda presidente do ex-Instituto de Cultura e Língua Portuguesa e director do Centro Cultural Calouste Gulbenkian, em Paris.

 

Enquanto teórico e divulgador, pertenceu ao Grupo Surrealista de Lisboa, de que fizeram parte, entre outros, Mário Cesariny de Vasconcelos e Alexandre O'Neill. Colaborou, com artigos de crítica de arte e cinema, em inúmeras revistas e jornais literários portugueses e estrangeiros, destacando-se, no último caso, Art d'Aujourd'hui e Cahiers du Cinema.

 

É um dos mais conceituados historiadores e ensaístas contemporâneos, com cerca de 200 obras publicadas em áreas distintas. Publicou numerosas obras sobre história da cultura e da arte como, A Arte em Portugal no Século XIX (1966), A Arte em Portugal no Século XX (1974), Amadeo de Souza-Cardoso, o Português à Força (1956), Almada Negreiros, o Português sem Mestre (1974), O Romantismo em Portugal (1975), História da Arte Ocidental 1780-1980 (1987), Os Anos 20 em Portugal (1992), entre outras. Dirigiu as revistas Unicórnio (1951-1956) e Colóquio/Artes(1970, até à sua extinção, em 1996). Publicou Memórias para o Ano 2000, (Livros Horizonte).

 

Na ficção, o seu primeiro romance, Natureza Morta, foi publicado em 1949, ao qual se seguiu, em 1958, um livro de contos. Depois de um longo interregno, tem vindo a publicar na última década com mais regularidade, destacando-se as obras Buridan (2002), A Bela Angevina (2005), José e os Outros (2006), Ricardo Coração de Leão (2007), João sem Terra (2008) e A Guerra e a Paz (2010).

 

http://www.sitiodolivro.pt/pt/autor/jose-augusto-franca/2157/

 

 

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