Quarta-feira, 5 de Abril de 2017

O Plano Nacional de Leitura é Leitura, até 2027

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O PNL é Leitura. Ler, ler, ler por prazer, ler para ser! Ler para saber!

 

O importante é Ler, saber ler e apropriar-se dessa superior forma de estar no mundo para  poder ser senhor do seu destino, menos feito pelos algoritmos que outros escolhem para nós e mais livre, porque mais conhecedor.


Ler melhor, ler com fluência, ler por necessidade, ler por prazer, ler todas as letras - textos das humanidades, das ciências, das artes, da cultura em geral. Textos de literatura, ciência, desporto, música ,tecnologia, religião, ensaios filosóficos , sociais, políticos, cinema,fotografia, banda desenhada, comics, etc. Textos do mundo.  Não importa o meio que se usa para ler, importa ler!


Dar a ler, aos que ainda não sabem ler palavras, aos que estão a aprender, aos que já leem, aos que já leram e se têm esquecido de o fazer, aos grandes leitores. Crianças, jovens e adultos.

 

[No passado dia 2] celebrou-se o Dia Internacional do Livro Infantil há pois que (re)lembrar publicamente a obrigação que as instituições têm para com esse invento da humanidade que é o livro e a leitura.

O PNL tem, no nome e no código genético, o empenho e a alegria necessários para o fazer.

 

Fonte: http://blogue.rbe.mec.pt/, 03.04.17

publicado por essmo-becre às 13:15
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Pela primeira vez, as cartas de amor de Fernando Pessoa e de Ofélia Queiroz são apresentadas em edição conjunta. Uma edição conjunta é a forma mais adequada para dar a ler uma correspondência, que pressupõe sempre um diálogo, uma interação, a existência concreta de dois interlocutores. Cada carta é, em si mesma, ou a resposta a outra carta ou pretexto para ela. Até quando o destinatário opta por não responder, de algum modo, o seu silêncio se inscreve na carta seguinte. Assim, uma relação amorosa, sustentada epistolarmente, como a de Pessoa e Ofélia, só é, na verdade, entendível quando os dois discursos se cruzam e mutuamente se refletem. Neste livro a ideia comum de que estaríamos perante um namoro platónico, sem réstia de erotismo, desfaz-se por inteiro. Vemos, enfim, surgir um Pessoa diferente do outro lado do espelho. Um Pessoa não só sujeito e manipulador da escrita, mas um Pessoa indefeso, objeto do discurso (e do afecto) de outrem, personagem de uma história real. Fonte:"https://www.wook.pt/livro/cartas-de-amor-de-fernando-pessoa-e-ofelia-queiroz-fernando-pessoa/13029623"

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