Terça-feira, 20 de Março de 2018

Diz-me onde lês...

por José Becerra Vitorino

(Equipa da BE Lídia Jorge)

 

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Depois da fantástica biblioteca com que começámos a nossa viagem, na China, a 25 de Janeiro, o blogue da BECRE da Escola Secundária Sta Maria do Olival, continua à descoberta de outros lugares que foram feitos para acolher o tão natural prazer de ler um livro.

E, da grande Aldeia para a pequena aldeia, vamos hoje a um lugar na Tanzânia.

Longe dos grandes efeitos cénicos que vimos antes, e talvez para que o deslumbramento não nos turve a visão do mundo real, a pequena biblioteca Amani, é, mais do que muitas outras, uma afirmação de consciência e de liberdade vinda de um mundo que esquecemos vezes demais.

O estúdio SoPA - Social Practice Architecture, das arquitetas Patricia Báscones e Lara Briz, exerce a prática da arquitetura como instrumento para melhorar as condições de vida dos povos mais carentes. E conseguem torná-lo possível combinando uma desenho assente no conhecimento da arquitetura, como reflexão global, com as técnicas vernaculares e os materiais locais.

Esta obra recuperou a técnica da construção em terra, que a população vinha rejeitando por associá-la a uma forma de pobreza, e tira partido das qualidades da terra e da madeira como material moderno e sustentável.

A biblioteca Amani, surge associada à escola local, fornecendo espaços que convidam a outras formas de aprender, diferentes da aula tradicional. Ao mesmo tempo, faz a transição para espaços mais abertos, dedicados à leitura como recreio. Foi construída em 2016, com terra, madeira e bambu, tudo disponível localmente. A obra foi construida pela população que empregou as técnicas ancestrais de manufatura e artesanato.

(fonte de informação - SoPA e Archdaily)

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publicado por essmo-becre às 16:15
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