Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007

Os Funerais da Mamã Grande

Os FuneraisSob o tema destes funerais mitológicos, Gabriel García Marquez, reuniu em 1962, num pequeno volume, sete contos e a novela curta que lhe dá o título, e no qual aparece já, em todo o seu esplendor, o elemento mágico e telúrico que a partir daí definirá a sua obra.
Estamos uma vez mais em Macondo e na sua região, entre personagens e episódios reconhecíveis, numa série de contos inesquecíveis.
No último, é preciso enterrar a Mamã Grande, soberana absoluta deste mundo, que faleceu com fama de santidade, aos 92 anos, e a cujos funerais compareceu o Presidente da República, e até o Supremo Pontífice, na sua gôndola papal, mas também camponeses, contrabandistas, cultivadores de arroz, prostitutas, feiticeiros e bananeiros, que ali se deslocaram propositadamente.
Os seus bens, que datavam da época da conquista, eram incalculáveis.
Abarcaram cinco municípios, 352 famílias, e também « a riqueza do subsolo, as águas territoriais, as cores da bandeira, a soberania nacional, os partidos tradicionais, os direitos do Homem, as liberdades dos cidadãos, o primeiro magistrado, a segunda instância, o terceiro debate, etc.
Tragicomédia, humor e fantasia transfiguram a realidade para melhor a comunicar, e a festa já pode começar.
(in contracapa)

Garcia MárquezGabriel García Marquez (Aracataca, Magdalena, 6 de março de 1928) é um importante escritor colombiano, jornalista, editor e ativista político, que em 1982 recebeu o Nobel de literatura por sua obra, que entre outros livros inclui o aclamado cem anos de solidão. Foi responsável por criar o realismo mágico na literatura latino-americana.Viajou muito pela Europa e vive actualmente no México a lutar contra o cancro.

(in Wikipédia)
publicado por essmo-becre às 12:17
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