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Biblioteca Escolar / Centro de Recursos da ESSMO

O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

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O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

Dia Mundial das Cidades

ONU celebra Dia Mundial das Cidades realçando papel de comunidades contra a Covid-19 

C40 Cities Finance Facility
Cidades devem mudar a infraestrutura urbana para um transporte sustentável e com emissão zero
    
31 outubro 2020
 

Em vídeo, secretário-geral da ONU ressalta impacto da pandemia sobre os centros urbanos; António Guterres diz que mundo em rápida urbanização deve responder com eficácia à pandemia e preparar-se para futuros surtos; cidades deverão abrigar 68% da população mundial até 2050.

O tema do Dia Mundial das Cidades, marcado este sábado 31 de outubro, é “Valorizando nossas comunidades e cidades”. 

Em mensagem, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirma que as cidades sofreram o impacto da pandemia e “o valor das comunidades foi evidenciado durante a resposta à Covid-19.” 

Centros urbanos já abrigam 55% da população mundial, Banco Mundial/Mariana Ceratti

Pandemia 

Para o chefe da ONU, esta data serve para reconhecer “a contribuição extraordinária feita pelas comunidades nas cidades e vilas.” 

Com a pandemia a estrangular a saúde pública e os serviços de apoio, as comunidades organizaram-se para manter seus bairros seguros e em funcionamento, trabalhando com os governos locais e nacionais para apoiar a resposta. 

O secretário-geral lembrou histórias de vizinhos fazendo compras e cozinhando para os enfermos e idosos, residentes apoiando profissionais de saúde e grupos locais de voluntários e religiosos ajudando os vulneráveis. 

Segundo Guterres, as áreas urbanas já abrigam 55% da população mundial e esse número deverá aumentar para 68% até 2050. 

Para ele, o “mundo em rápida urbanização deve responder com eficácia a esta pandemia e preparar-se para futuros surtos de doenças infeciosas.” 

Resposta 

Sobre o papel das comunidades em centros urbanos, o secretário-geral disse que elas “são inovadoras, resilientes e proativas” e “desempenham um papel vital na construção de cidades sustentáveis a nível económico, social e ambiental.” 

Enquanto o mundo se recupera da pandemia e trabalha na Década de Ação para o Desenvolvimento Sustentável, Guterres destaca a oportunidade de redefinir a forma como as pessoas vivem e interagem. 

Segundo ele, “ação local é fundamental.” Quando as comunidades urbanas estão envolvidas na formulação de políticas e decisões, e capacitadas com recursos financeiros, os resultados são mais inclusivos e duradouros. 

António Guterres termina sua mensagem com um apelo para colocar as comunidades no centro das cidades do futuro. 

Evento 

Para marcar a data, a ONU-Habitat organiza um evento em Nakuru, no Quênia, este sábado. 

Em vários painéis, participantes de todo o mundo irão discutir temas como urbanização sustentável, reconstrução pós-pandemia e cidades africanas. 

Carlos Drummond de Andrade

 

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Escritor brasileiro, Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira, Minas Gerais, em 1902. Estudou em Belo Horizonte e diplomou-se em Farmácia, carreira que não exerceu, e fez a sua vida no Rio de Janeiro, entregando-se às letras. Aderiu ao Modernismo, no qual se distinguiu. Como poeta, estreia-se em 1930 com "Alguma Poesia", obra à qual se seguem outras que estão reunidas em "Poesia até Agora" e "Fazendeiro do Ar" (1955). Aí se encontram: "Alguma Poesia, Brejo das Almas" (1934), "Sentimento do Mundo" (1940), "José" (1942), "A Rosa do Povo" (1945), "Novos Poemas" (1948), "Claro Enigma" (1951) e "Fazendeiro do Ar", apenas com exclusão da poesia circunstancial de "Viola de Bolso" (1952). Escreve ainda "Ciclo" (1957), "Poesias" (1959) e "Lição de Loiras" (1962), reunindo, então, toda a sua produção literária em "Obras Completas" (1965).
Na sua poesia, caldeiam-se o sarcasmo, a ironia, o humor, mas há lirismo puro e profundo, a pesquisa do «sentimento do mundo», por vezes a revelação do seu mundo interior, do seu povo, da sua paisagem, atingindo a verdadeira serenidade e pureza clássicas em muitas composições. Foge do sentimental, do patético, mas afirma uma poesia séria, de sentimento límpido e acentuado sentido trágico, transmitidos com discrição e delicadeza. É, então, uma poesia séria, meditada, que se insere no Modernismo brasileiro. É evidente a sua preocupação formal e a abordagem dos temas numa atitude anti-lírica. Tem para ele um grande relevo o mistério da palavra que considera relevadora de poesia. É evidente a sua progressiva depuração quanto ao tema. Como ficcionista, escreve "Contos de Aprendiz" (1951); como cronista e crítico, é autor de "Confissões de Mimas" (1944), "O Gerente" (1945), "Passeios na Ilha" (1952), "Fal, Amendoeira" (1957). Na prosa há humor e cepticismo, por vezes uma certa ironia e graça sem esconder a sua natural preocupação com o homem e com o autêntico. Carlos Drummond de Andrade faleceu em 1987 no Rio de Janeiro. 

 

 

Fontes:

https://www.wook.pt/autor/carlos-drummond-de-andrade/7726

 

Dia Mundial da Poupança

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O Dia Mundial da Poupança celebra-se a 31 de outubro. O objetivo é alertar os consumidores para a necessidade de disciplinar gastos e pôr algum dinheiro de lado para acautelar situações de sobreendividamento. A ideia de criar uma data especial para promover a noção de poupança surgiu em 1924, durante o primeiro Congresso Internacional de Eco

 

Fontes:

 

https://eco.sapo.pt/topico/dia-mundial-da-poupanca/

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/porque-celebramos-o-dia-mundial-da-poupanca-2-656496

https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-poupanca/ 

 

30 OUT | Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama

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A celebração do Dia Nacional para a Prevenção do Cancro da Mama assinala-se no dia 30 de Outubro, precedendo-se a este dia a comemoração do Dia Mundial da Saúde da Mama a 15 de Outubro, tornando-se este mês como o mês dedicado à saúde da mama e daí ter ficado conhecido, através da ação de sensibilização da Liga Portuguesa contra o Cancro, como o “Outubro Rosa”. A comemoração desta data tem como principal objetivo aumentar a sensibilização da população sobre a importância do rastreio preventivo e do diagnóstico precoce.

 

Segundo a Direção-Geral da Saúde, o cancro da mama é o tipo de cancro mais comum entre as mulheres e é a segunda causa de morte por cancro na mulher. Uma em cada oito mulheres portuguesas é afetada pelo cancro da mama.

 

Em Portugal são detetados anualmente cerca de 6000 novos casos de cancro da mama por ano e segundo o Programa Nacional para as Doenças Oncológicas (2014)[1] os dados de 2012 revelam que 1663 mulheres morreram vítimas desta doença. Apesar da gravidade dos números, a taxa de mortalidade tem vindo a diminuir ao longo dos anos.

 

 

Fonte:

https://www.ordemenfermeiros.pt/acores/noticias/conteudos/outubro-rosa/

 

Cinco grandes inovações em cancro da mama

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Vivemos numa “era mais rosa”, uma vez que temos ao nosso dispor, incluindo em Portugal, inúmeras ferramentas úteis e inovadoras que aumentam a qualidade da prestação dos cuidados de saúde ao doente com cancro da mama.

 

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Ao longo dos últimos anos, temos assistido em Portugal, à semelhança do que acontece à escala global, a um aumento regular da incidência e da prevalência do cancro da mama. No entanto, esta realidade poderá reflectir, paradoxalmente, uma perspectiva mais favorável, uma vez que os programas de rastreio identificam cada vez mais casos e a sobrevivência destes doentes tem vindo também a aumentar graças aos avanços da ciência e ao empenho dos profissionais da área.

Apesar do clima pandémico que assola teimosamente a nossa realidade, são também muitas as inovações, incluindo no cancro da mama, que nos permitem encarar o presente e o futuro com mais esperança. A melhor compreensão dos mecanismos envolvidos no aparecimento e desenvolvimento deste tipo de cancro tem possibilitado a definição de novas estratégias que interferem de forma mais decisiva na história natural da doença.

Vivemos numa “era mais rosa”, uma vez que temos ao nosso dispor, incluindo em Portugal, inúmeras ferramentas úteis e inovadoras que aumentam a qualidade da prestação dos cuidados de saúde ao doente com cancro da mama.

[...]

Existe também a capacidade de perscrutar as alterações genéticas de cada cancro da mama, com uma tecnologia sofisticada chamada Next Generation Sequencing (NGS). Este exame laboratorial consegue descodificar o ADN do cancro, ou seja, permitir a leitura do “código de barras” de cada tumor. Através da sequenciação de um painel alargado de genes, o clínico poderá antecipar possíveis mecanismos e/ou mutações de resistência ou de sensibilidade aos fármacos, possibilitando o desenho de um tratamento personalizado para cada cancro nas suas diferentes fases.

Microbiota e cancro da mama
E ainda... Apesar de carecer de mais validação científica, o estudo da relação da microbiota com o cancro da mama. A microbiota ou microbioma (mais conhecida por flora) compreende um conjunto heterogéneo de microrganismos (tais como bactérias, vírus e fungos) que colonizam o nosso trato gastrointestinal e outras regiões do nosso organismo. Esta “fauna polimicrobiana” que con(vive) em nós corresponde a cerca de dois quilos do nosso peso corporal, a mais de 50% do total das nossas células e a 99% do nosso código genético. Então, como podemos negligenciar que a maioria do nosso património genético e celular não seja puramente humano? Evidência recente aponta para que mulheres pós-menopáusicas com cancro da mama hormonossensível tenham uma flora intestinal diferente da de mulheres saudáveis, mais rica em bactérias produtoras da enzima β-glucuronidase.

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Fontes:

https://www.publico.pt/2020/10/30/impar/opiniao/cinco-inovacoes-cancro-mama-1936469

https://www.sns.gov.pt/noticias/2020/10/30/dia-nacional-de-prevencao-do-cancro-da-mama/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=dia-nacional-de-prevencao-do-cancro-da-mama

 

 

 

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