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Biblioteca Escolar / Centro de Recursos da ESSMO

O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

Biblioteca Escolar / Centro de Recursos da ESSMO

O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

Feira do Livro 2019

Como vem sendo hábito, é já na próxima semana (de 16 a 20 de dezembro) que irá ter lugar, na Sala Polivalente da ESSMO, a nossa Feira do Livro.

Apareça!

Contamos consigo.

 

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     "...os livros

     são o melhor

     presente

     que uma pessoa

     pode dar a outra."

                           Bono Vox

 

 

UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância

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11 de Dezembro de 1946, um ano depois do fim da II Guerra Mundial, a Assembleia Geral das Nações Unidas, confrontada com a realidade de milhões de crianças deixadas em situação de profunda necessidade e sofrimento na Europa, cria o Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF – com o objectivo de responder à situação de emergência em que se encontravam estas crianças.

De acordo com o espírito das Nações Unidas, a UNICEF prestaria ajuda sem discriminação de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra. A única condição colocada por Maurice Pate, o primeiro Director Executivo da organização, foi que se incluíssem “todas as crianças" dos países aliados e "ex-inimigos".

A UNICEF é uma organização apartidária e a sua cooperação não discrimina. Em tudo o que faz, as crianças mais desfavorecidas e os países com mais necessidades têm prioridade.

A UNICEF é actualmente a principal agência humanitária que trabalha especificamente para a promoção e defesa dos direitos das crianças, presente em países devastados pelos conflitos e nas comunidades mais remotas, trabalhando para que todas as crianças tenham o direito à sobrevivência, educação, cuidados de saúde, nutrição adequada, acesso a água e protecção.

A UNICEF visa, através dos seus programas, promover a igualdade de direitos das raparigas e das mulheres e apoiar a sua plena participação no desenvolvimento político, social e económico nas comunidades onde estão inseridas.

20 de Novembro de 1989, a Assembleia Geral das Nações Unidas adopta aConvenção sobre os Direitos da Criançaratificada em 21 de Setembro de 1990 pelo Estado Português. Desta forma os direitos da criança ficam salvaguardados no tratado mais amplamente ratificado da história e que rege todo o trabalho da UNICEF: a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança.

Em 2015, com a adopção da Agenda 2030 dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável pela Assembleia Geral das Nações Unidas, os Estados comprometeram-se a erradicar a pobreza e a assegurar o desenvolvimento económico, social e ambiental à escala global até 2030. A UNICEF, consciente dos desafios actuais, está empenhada em contribuir para a concretização das metas acordadas em prol de todas as crianças e das gerações futuras, em colaboração com os vários actores e parceiros.

A maior parte do trabalho da UNICEF desenvolve-se através dos seus escritórios no terreno que, em parceria com os Governos, concretizam a missão da UNICEF através dos programas de desenvolvimento para as crianças e suas famílias e dos programas de assistência em situações de emergência.

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A UNICEF é financiada inteiramente por contribuições voluntárias de Governos, fundações, empresas e doadores individuais. É a única agência das Nações Unidas totalmente financiada por contribuições voluntárias.

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Em Portugal, trabalhamos para a sensibilização dos direitos da criança no nosso país e no mundo e colaboramos com várias instituições públicas e privadas, no sentido de assegurar o respeito e promoção dos direitos de todas as crianças. As iniciativas da UNICEF “Hospitais Amigos dos Bebés”, “Cidades Amigas das Crianças” e “Educação pelos Direitos” a par da importante tarefa de Recolha de Fundos para o financiamento global de toda a nossa actividade, constituem a base do nosso trabalho diário em Portugal.

Fontes:

https://www.unicef.pt/unicef/a-unicef/

 

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Dia Internacional dos Direitos Humanos

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Anualmente, no dia 10 de dezembro, celebra-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Este ano comemora-se o 71.º aniversário da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos , o 10.º aniversário da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, o 30.º aniversário da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança e o 70.º aniversário do Conselho da Europa.

(https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/noticias/dia-internacional-dos-direitos-humanos-2)

#DiadosDireitosHumanos

Nações Unidas celebram papel dos jovens no Dia dos Direitos Humanos

BR

 

10 dezembro 2019

Secretário-geral da ONU disse que “em todo o mundo, os jovens marcham, organizam-se e defendem” várias causas; para alta comissária dos Direitos Humanos, 2019 “foi um ano de enorme ativismo”.

Esta terça-feira, 10 de dezembro, o Dia dos Direitos Humanos celebra o papel dos jovens para tornar esses direitos uma realidade em todos os países.

Em mensagem sobre o dia, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que “em todo o mundo, os jovens marcham, organizam-se e defendem” várias causas.

Luta

O chefe das Nações Unidas destaca que os jovens estão pedindo “o direito a um meio ambiente saudável, direitos iguais para mulheres e meninas, o direito de participarem em tomadas de decisão e de expressarem suas opiniões livremente.”

Segundo ele, os mais novos “estão marchando pelo direito que têm a um futuro de paz, justiça e oportunidades iguais.”

Guterres afirmou que cada pessoa deve gozar de todos os direitos, sejam eles civis, políticos, econômicos, sociais e culturais, independentemente de onde vivem, e sem importar a sua raça, etnia, religião, origem social, gênero, orientação sexual, política ou outra opinião.

O secretário-geral disse ainda que não deve “importar quanto cada um ganhe, se vive com uma deficiência ou qualquer outra condição.”

Exemplo

Já a alta comissária da ONU para os direitos humanos, Michelle Bachelet, afirmou que 2019 “foi um ano de enorme ativismo, principalmente entre os jovens.”

Ela lembrou que o dia é marcado enquanto ocorre a Conferência da ONU sobre o Clima, COP 25, em Madri, na Espanha. Bachelet disse que todos devem mostrar “gratidão aos milhões de crianças, adolescentes e jovens adultos que se levantaram e se manifestaram sobre a crise que o planeta enfrenta.”

A chefe dos direitos humanos lembrou que é o futuro dessas pessoas “que está em jogo e o futuro de todos aqueles que ainda nem nasceram.” São eles que “terão de lidar com todas as consequências das ações, ou falta de ação, das gerações mais velhas.”

Alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, Foto ONU/Jean Marc Ferré

Michelle Bachelet afirmou, no entanto, que as lutas contra a mudança climática e outras crises de direitos humanos não podem ser deixadas apenas para os jovens.  Segundo ela, “todos podem e devem defender os princípios universais de direitos humanos.”

Para a alta comissária, “um mundo com direitos humanos enfraquecidos é um mundo que está voltando para um passado sombrio, quando os poderosos podiam atacar os impotentes com poucos ou nenhum limite moral ou legal.”

Jovens

Segundo as Nações Unidas, o objetivo do tema deste ano é “destacar o papel de liderança da juventude nos movimentos coletivos como fonte de inspiração para um futuro melhor.”

A ONU pretende celebrar o potencial dos jovens como agentes construtivos de mudança, amplificar suas vozes e envolver uma ampla gama de audiências globais na promoção e proteção de direitos.

A participação na vida pública é um princípio fundamental dos direitos humanos. A ONU diz que os jovens “precisam ser ouvidos para tornar as decisões mais eficazes e alcançar um desenvolvimento sustentável para todos.”

Segundo a organização, “os jovens sempre foram grandes impulsionadores da transformação política, econômica e social.” Eles estão na frente das mobilizações populares e trazem novas ideias e soluções para um mundo melhor.

O Dia dos Direitos Humanos é marcado todos os anos em 10 de dezembro. Esse foi o dia em que a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Disponível em mais de 500 idiomas, é o documento mais traduzido do mundo.

Unicef/ David Berkwitz
Secretário-geral voltou a mencionar os protestos de jovens pelo mundo pedindo ação climática imediatamente.

 

https://news.un.org/pt/story/2019/12/1697321

 

 

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