Deformação da coluna, assimetria dos ombros ou das ancas, ou a inclinação do troco são alguns dos sintomas da doença.
Mais de 100 mil adolescentes sofrem de escoliose idiopática, uma deformação grave da coluna vertebral. São obrigados a conviver com uma coluna que os limita no dia a dia. Os casos mais severos só se resolvem com uma cirurgia.
Dia Mundial da Alimentação ressalta importância de dietas saudáveis
Em mensagem, secretário-geral da ONU lembra que o mundo tem mais de 820 milhões de pessoas passando fome; ao mesmo tempo, 2 bilhões de homens, mulheres e crianças estão acima do peso ou obesos; falta de tempo para cozinhar em casa também influi na falta de dietas saudáveis.
Para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 2, sobre Fome Zero, o mundo deverá abordar não apenas o combate à fome, mas também a forma de nutrição das pessoas.
FAO convida todos a refletirem sobre o que ingerem. , by Foto: FAO/Benjamin Rasmussen
Para isso, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, FAO, decidiu destacar a necessidade de dietas saudáveis e sustentáveis neste Dia Mundial da Alimentação.
Guterres disse que “é inaceitável que a fome esteja aumentando num momento em que o mundo desperdiça mais de 1 bilhão de toneladas de alimentos todos os anos.” Para ele, “como família humana, um mundo sem fome” é uma obrigação.
Todas as formas de violência escolar violam o direito fundamental à educação e nenhum país pode atingir uma educação inclusiva e de qualidade se os alunos estiverem expostos à violência. Acresce que, a violência escolar, onde se enquadram o bullying e o ciberbullying, pode ainda afetar seriamente a saúde e o bem-estar das crianças e dos adolescentes, com consequências negativas que podem persistir até à idade adulta. Por sua vez, a Escola reúne um ambiente propício à aprendizagem e ao desenvolvimento de competências, nomeadamente no âmbito da Estratégia de Educação para a Cidadania, onde os alunos adquirem as múltiplas literacias que precisam de mobilizar para um relacionamento saudável.
Assim, preocupado e atento aos fenómenos do bullying e do ciberbullying que, de acordo com as Nações Unidas, afetam uma em cada 3 crianças/jovens, o Ministério da Educação decidiu impulsionar um “Plano de Prevenção e Combate ao Bullying e ao Ciberbullying” nas escolas. Este plano tem associada a campanha “Escola Sem Bullying. Escola Sem Violência”, que se configura como um importante instrumento de sensibilização, prevenção e intervenção, destinado a toda a comunidade educativa, com vista à erradicação deste fenómeno.
O “Plano Escola Sem Bullying. Escola Sem Violência”, a implementar pelas escolas, já no ano letivo 2019/2020, deverá: desenvolver-se a partir de um diagnóstico que permita identificar necessidades; incluir um plano de ação em torno de estratégias e de atividades que sensibilizem para a diversidade de comportamentos agressivos, em idade escolar; contribuir para a identificação de sinais de alerta, que indiciem o envolvimento em comportamentos de bullying e/ou de ciberbullying; constituir-se como um auxiliar de apoio às escolas, com vista à utilização de diferentes abordagens de prevenção e intervenção, face ao bullying e ao ciberbullying; e ser elaborado de modo a incentivar, reconhecer e divulgar práticas de referência.
Esta iniciativa tem os diretores, os docentes e o pessoal não docente como aliados indispensáveis. Neste âmbito, o Ministério da Educação desafia todos os diretores de Agrupamentos de Escolas e Escolas Não Agrupadas a elegerem a semana de 14 a 18 de outubro, véspera do Dia Mundial de Combate ao Bullying, como Semana “Escola Sem Bullying. Escola Sem Violência”, mas na perspetiva de que o plano de prevenção seja trabalhado e executado ao longo de todo o ano letivo.
O plano de prevenção, bem como os materiais de suporte a ações a desenvolver pelas escolas, estão disponíveis no website www.sembullyingsemviolencia.edu.gov.pt. Este website será atualizado ao longo do ano letivo com novos materiais, estudos e vídeos.