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Biblioteca Escolar / Centro de Recursos da ESSMO

O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

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O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

O bem que faz ler um livro, em 7 razões comprovadas pela ciência

 

09.01.2017 às 9h38

De fomentar a inteligência a prolongar a esperança média de vida, a leitura só traz benefícios

 

O primeiro livro impresso data do séc. XV, mas antes de Cristo já o Homem começara a escrever em folhas de papiro, no Egito. Desde então quase todo o conhecimento ficou gravado em páginas de livros e, nas últimas décadas, as obras publicadas cresceram ainda mais em número, assim como foram surgindo investigações sobre os benefícios da leitura.

[...] no âmbito da iniciativa Ler Faz Bem, deixamos-lhe sete benefícios de ler um livro, segundo a ciência.

ALARGA O VOCABULÁRIO

Nenhuma atividade expõe uma pessoa a maior e mais diversificada quantidade de palavras. Mais do que assistir a programas televisivos de conversas, vulgo talk shows, ou infantis, como a "Rua Sésamo", e mais do que uma conversa de amigos, mesmo que sejam todos licenciados, é a leitura que aporta um vocabulário mais alargado, indica um estudo da Universidade da Califórnia.

DESPERTA A INTELIGÊNCIA

A ciência já mostrou que a genética e a educação são fatores que influenciam a inteligência, sendo que ler é uma das principais fontes de conhecimento. Um estudo de 2014 com crianças, realizado por investigadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia, e da King's College of London, em Inglaterra, concluiu que a evolução das capacidades de leitura "pode resultar em melhorias nas habilidades cognitivas verbais e não verbais", que "são de vital importância ao longo da vida". E quanto mais cedo se começar, melhor.

PREVINE DOENÇAS

Correr e ir ao ginásio são atividades físicas na moda porque o exercício fortalece o corpo e promove o bem-estar. Mas, por mais variado que seja o treino, nem todos os músculos são trabalhados. Para garantir que nada fica para trás, ler um livro é um bom remédio: inúmeros estudos indicam que a leitura estimula os "músculos" do cérebro e torna-os mais fortes, podendo atuar como fator preventivo em doenças degenerativas como o Alzheimer. Está também provado que pessoas com profissões intelectualmente mais exigentes têm menor propensão para desenvolver patologias ligadas à deterioração do cérebro.

REDUZ O STRESSE

Nem caminhar, nem ouvir música, nem beber um chá. Nada resultou melhor do que ler um livro para acalmar um coração acelerado, segundo uma pesquisa liderada pelo neuropsicólogo britânico David Lewis, da Universidade de Sussex. Bastaram seis minutos de leitura para os níveis de stresse das pessoas que aceitaram participar diminuírem até 68%, contra um máximo de 61% quando tentaram acalmar através da música. Um chá (54%) ou uma caminhada (42%), outras alternativas avaliadas, mostraram-se menos eficazes.

PROMOVE A EMPATIA

Ainda que um livro seja encarado como uma companhia, ler é em si mesmo um ato solitário. Mas entre os seus benefícios encontra-se também a tendência para causar melhor impressão nos outros. Um estudo de dois investigadores holandeses mostrou que a leitura de narrativas ficcionadas influencia características própria da condição humana como a capacidade de criar empatia. E esse é um trunfo importante em qualquer relação, seja pessoal ou profissional.

COMBATE O ENVELHECIMENTO DO CÉREBRO

Há uma relação direta entre a atividade cognitiva realizada ao longo dos anos e a perda das capacidades cognitivas associadas ao envelhecimento natural, como a memória, o raciocínio ou a perceção. Quanto maior atenção se dedicar à primeira, por exemplo através da leitura de livros, mais lenta se torna a segunda, concluiu um estudo de 2013 publicado no jornal científico Neurology, da Academia Americana de Neurologia.

AUMENTA A ESPERANÇA MÉDIA DE VIDA

Mais dois anos. Em rigor, 23 meses. Como a VISÃO deu conta em agosto, um estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, revelou que, em média, é esse o tempo que vivem a mais as pessoas que leem um livro 30 minutos por dia, quando comparadas com as que não o fazem. Os investigadores chegarama esta conclusão ao fim de 12 anos de estudo, publicado no jornal Social Science and Medicine.

 

 

Fonte:

VISÃO. O bem que faz ler um livro, em 7 razões comprovadas pela ciência. [em linha]. [Consult. 30.Nov.2018]. Disponível em WWW:<URL: http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2017-01-09-O-bem-que-faz-ler-um-livro-em7razoes-comprovadas-pela-ciencia .

Vozes das trincheiras - I Guerra Mundial | vídeo

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Portugal enviou mais de 50 mil homens para as trincheiras da Flandres, durante a I Guerra Mundial. Conheça algumas das suas histórias e as memórias que deixaram com familiares.

 

A I Guerra Mundial levou milhares de jovens portugueses até França, onde combateram as tropas alemãs e as do Império Austro-Húngaro.

As duas divisões formadas em Portugal combateram como força independente até Abril de 1918, quando foram surpreendidas por um intenso ataque às suas posições. Na batalha que ficaria conhecida em Portugal como a batalha de La Lys, os portugueses perderam mais de sete mil homens, mortos ou feitos prisioneiros do inimigo.

 

Referência: Vozes das trincheiras. (2018). Vozes das trincheiras. Retrieved 4 November 2018, from http://ensina.rtp.pt/artigo/vozes-das-trincheiras/?fbclid=IwAR1jKj1lRuRo_TsDtb_BXXC75rA

 

 

Fonte:https://blogue.rbe.mec.pt/

 

 

Gripe pneumónica, a pandemia de 1918-1919

 
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A pneumónica, ou gripe espanhola, matou dezenas de milhares de pessoas nos anos de 1918 e 1919. Foi a maior pandemia mundial conhecida até hoje causando mais mortes que a Peste Negra ao longo de vários séculos ou a I Guerra Mundial.

Os estudos mais recentes apontam para a morte de cinquenta a cem milhões de pessoas em todo o mundo, como resultado da pandemia de gripe que durante dois anos lavrou pelos diversos continentes.

Em Portugal a Pneumónica ou Gripe Espanhola, chegou a meio de 1918 e, em cerca de dois anos, dizimou dezenas de milhares de pessoas. Algumas zonas do país perderam 10 por cento da sua população.

O combate à doença, liderado por Ricardo Jorge, então diretor geral da saúde, passou pelo encerramento de escolas, a proibição de feiras e romarias. Para assistir os doentes foram requisitados dezenas de espaços públicos que passaram a funcionar com enfermarias, mas o número de vítimas era tão grande que ao longo de várias semanas se viveu uma situação de caos.

Ficha Técnica

  • Título: História a história - Gripe pneumónica, a pandemia de 1918-1919
  • Tipo: Documentário
  • Autoria: Fernando Rosas
  • Produção: RTP/ Garden Filmes
  • Ano: 2015

Fonte: http://ensina.rtp.pt/artigo/gripe-pneumonica-pandemia-1918-1919/