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Biblioteca Escolar / Centro de Recursos da ESSMO

O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

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O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

Restauração da Independência

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 A Restauração da Independência em Portugal comemora-se anualmente no dia 1 de dezembro. Até 2012, o dia da Restauração da Independência, 1 de dezembro foi feriado nacional. No entanto, a partir de 2013 e como parte de um pacote de medidas que visam aumentar a produtividade, o governo português decidiu eliminar o feriado de 1 de dezembro. A comemoração da Restauração da Independência Portuguesa já não será comemorada com um feriado pelo menos até 2017.

Esta data relembra a ação de nobres portugueses, que a 1 de Dezembro de 1640, invadiram o Paço Real e aclamaram D. João, duque de Bragança, como rei de Portugal. A Restauração da Independência foi o culminar de um período de grande descontentamento por parte da população portuguesa que não estava satisfeita com a união ibérica, entre Portugal e Espanha. A união ibérica originou problemas à população portuguesa, com sobrecarga de impostos e envolvimento de Portugal nos conflitos de Espanha.

Com a morte do jovem D. Sebastião na batalha de Alcácer-Quibir, Portugal enfrentou um problema de sucessão. Após o insucesso do Cardeal D. Henrique no comando da monarquia, Portugal foi regido por D.Filipe II, rei de Espanha, durante 60 anos, período que ficou conhecido por Domínio Filipino. 

 

Fonte: https://www.igai.pt/

Dia Mundial de Luta Contra a Sida

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A propSIDA.jpgósito do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, a ONU lançou esta semana uma campanha para promover os direitos das pessoas portadoras de VIH e combater a discriminação de que são alvo no local de trabalho.

“Actualmente, devemos trabalhar todos juntos, governos, empregadores e organizações de trabalhadores – membros da Organização Internacional do Trabalho (OIT) – e outras partes interessadas, e comprometermo-nos a proteger os direitos humanos das pessoas que vivem com o VIH, para que estas possam beneficiar de um trabalho produtivo e viver com dignidade”, afirmou o Director Geral da OIT, Guy Ryder, no lançamento da campanha em Genebra.

De acordo com a OIT, mais de 30 milhões de pessoas portadoras de VIH em idade activa ainda lidam com elevados níveis de discriminação, o que limita ou impede o seu acesso ao emprego. Os jovens em idade activa representam 40% das novas infecções por VIH que ocorrem anualmente em todo o mundo.

A campanha “Chegar a Zero no trabalho”, lançada dias antes do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, pretende promover as recomendações da OIT sobre o VIH e a Sida no local de trabalho, recomendações que se referem à promoção dos direitos humanos, segurança no emprego e um melhor acesso à prevenção do VIH, tratamento e serviços de assistência e apoio no âmbito do local de trabalho.

“O objectivo mais desafiante é atingir zero discriminação”, afirmou o Director da ONUSIDA, Luiz Loures, afirmando que os esforços da OIT são cruciais para uma resposta efectiva ao VIH."O local de trabalho é o local mais eficaz para proteger os direitos humanos dos trabalhadores e garantir um ambiente seguro e favorável para as pessoas portadoras ou afectadas pelo VIH".

Acabar com a discriminação contra os portadores de VIH no local de trabalho enquadra-se no mote “Chegar a Zero”, tema dos Dias Mundiais de Luta Contra a Sida de 2011 a 2015.

Este Dia Mundial foi lançado em 1988 e foi o primeiro dia global dedicado à saúde. A Organização Mundial de Saúde declarou que os objectivos da campanha se afiguram difíceis, mas são alcançáveis. Embora 2,5 milhões de pessoas tenham contraído o VIH no ano passado e cerca de 1,7 milhões tenham morrido em consequência deste, estes números representam menos 700.000 novas infecções em todo o mundo do que há dez anos, e menos 600.000 do que em 2005. Grande parte do progresso alcançado é atribuída aos chamados medicamentos antiretrovirais utilizados para tratar as pessoas infectadas pelo VIH.

Actualmente, oito milhões de pessoas nos países de baixo e médio rendimento têm acesso aos tratamentos de que necessitam. Estes medicamentos reduzem a quantidade de vírus no sangue, aumentando as possibilidades de os portadores permanecerem saudáveis, e reduzem o risco de que estes transmitam o vírus a outras pessoas.

“Muitos países enfrentam dificuldades económicas, no entanto a maioria está a conseguir continuar a expandir o acesso aos medicamentos antiretrovirais”, afirmou o Director do Departamento de VIH da Organização Mundial de Saúde, Gottfried Hirnschall. “O desafio agora é assegurar que o progresso global acontece a todos os níveis e em todos os lugares, para que as pessoas, onde quer que vivam, possam obter os terapêuticos antiretrovirais quando necessitam”.

 

 

Fonte: http://www.unric.org/pt/

 

 

 Vídeo realizado no ano letivo 2014/2015, por alunos de 12º ano de Biologia.