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Biblioteca Escolar / Centro de Recursos da ESSMO

O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

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O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

2016: Ano de combate ao desperdício alimentar

Segunda, 22 Junho 2015 15:43

 
2016: Ano de combate ao desperdício alimentar
 

A Assembleia da República declarou 2016 como o ano nacional de combate ao desperdício alimentar.

A Resolução, intitulada "Combate ao desperdício alimentar e promoção de uma gestão eficiente dos alimentos", resultou de um projeto de "Os Verdes" que foi votado em plenário no final do debate de quarta-feira.

 

Entre as medidas estão o "incentivo à compra de bens alimentares em mercados de proximidade, nomeadamente no que respeita a produtos perecíveis" ou a "fixação de uma percentagem significativa de utilização de produtos alimentares locais, por parte das instituições públicas, designadamente para abastecimento de cantinas públicas (em estabelecimentos de ensino, hospitais, estabelecimentos prisionais, etc.)".


No que diz respeito a medidas com implicações na área comercial, a deputada, Heloísa Apolónia, afirmou ser necessário estabelecer uma "clara diferença" entre produtos com data de validade limite e outros com data indicativa sobre consumo preferencial. Reforçou a ideia dizendo que "Atiram-se todos os dias para o lixo produtos ainda em bom estado de conservação só porque ultrapassam a data de consumo preferencial".


Em maio deste ano, o Parlamento Francês aprovou uma lei que proíbe as grandes superfícies de deitarem para o lixo produtos alimentares fora de prazo, obrigando os hipermercados a doar os alimentos a instituições sem fins lucrativos. 

 

A Oikos, que tem trabalhado há vários anos na sensibilização para esta temática, está agora a criar uma plataforma digital em Portugal que constitua um mercado eletrónico de proximidade para produtos hortofrutícolas.

 

Todos os dias há milhares de toneladas de produtos alimentares que são deixados a apodrecer no campo por falta de mercado ou deitados para o lixo por ficarem fora de prazo. Para além da redução do desperdício num país com sensivelmente 300 mil pessoas que passam fome, favorece-se as economias locais. É necessário acabar com este desperdício irracional com consequências trágicas a nível ambiental e social.

 

Este será então um ano importante e favorável também para o desenvolvimento do trabalho da Oikos no combate ao desperdício alimentar.

 

- Saiba mais em: http://www.oikos.pt/pt/noticias/ 

 

 

 

Este vídeo é fruto do projeto Time to Seed - um projeto da Oikos de sensibilização, informação e lobby para promover a agricultura de pequena escala, a agricultura familiar e os sistemas agroalimentares sustentáveis como uma das melhores ferramentas não só para combater diretamente a fome, mas também como um dos fatores decisivos para solucionar outros problemas globais como a pobreza e as alterações climáticas.

Para tal foi criada uma campanha designada Food We Want, que tem um site próprio: www.foodwewant.org .

Todas as informações sobre este projeto em: www.oikos.pt/pt/o-que-fazemos/cidadania-­global/projectos-de-cidadania-global/ite­m/1230-1a39

 

 

Jean-Paul Sartre

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Escritor e filósofo francês, Jean-Paul Charles Aymard Sartre nasceu a 21 de junho de 1905, na cidade de Paris.

Marcou de forma indelével o século XX, quer como filósofo, romancista e dramaturgo, quer como intelectual interveniente em muitas lutas da esquerda.

Sartre apoiou causas políticas de esquerda com a sua vida e a sua obra. A sua filosofia dizia que no caso humano a existência precede a essência, pois o homem primeiro existe e, depois, define-se, enquanto todas as outras coisas são o que são, sem se definir.

Sempre encarando a literatura como meio de expressão legítima das suas crenças filosóficas e políticas, escreve livros e peças teatrais que tratam das escolhas que os homens tomam frente às contingências às quais estão sujeitos.

Sartre popularizou o existencialismo.

Foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1964, mas recusou a honra como forma de protesto contra os valores da sociedade burguesa pois, segundo ele, "nenhum escritor pode ser transformado em instituição".

Morreu em 1980, em Paris.

 

Fontes:

http://divagacoesligeiras.blogs.sapo.pt/jean-paul-sartre-21-de-junho-de-1905-488556

http://www.artistasunidos.pt/programacao/40-pessoas/autores/821-jean-paul-sartre

http://www.infopedia.pt/login?ru=apoio/artigos/$jean-paul-sartre

www.npg.org.uk

 

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Solstício de Verão

 

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O solstício de verão de 2015 ocorre a 21 de junho, mais precisamente às 16h38 em Portugal. Este momento marca oficialmente o início do verão.

O que é o Solstício de Verão?

O solstício de verão é o momento em que o Sol atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do Equador, em junho no hemisfério norte, e em dezembro no hemisfério sul.

O termo "solstício" vem do Latim sendo composto pelas palavras sol e sistere (que não se mexe). Visto da Terra, o sol parece parado, mantendo uma posição fixa ao nascer e ao se pôr, durante algum tempo. 

Os solstícios acontecem duas vezes por ano, uma vez em junho e outra em dezembro, o que define as mudanças de estação do ano juntamente com os dois equinócios. Em junho observa-se o solstício de verão, que coincide com o início do verão no hemisfério norte. No hemisfério sul acontece ao mesmo tempo o solstício de inverno.

 

 

 

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Fontes:

http://www.calendarr.com/portugal/solsticio-de-verao/

http://www.stonehengecampsite.co.uk/solstice_festival

http://www.cienciaviva.pt/

 

 

 

 

Fernando Pessoa - aniversário natalício

 

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13 de Junho de 1888

Nasce o poeta, ficcionista, dramaturgo, filósofo, prosador, Fernando Pessoa [...] inequivocamente, a mais complexa personalidade literária portuguesa e europeia do século XX.

 

Não conseguimos deixar de transcrever Inês Pedrosa:

«A minha pátria é a língua portuguesa», escreveu, profeticamente, Fernando Pessoa. O seu génio expressou-se também, inúmeras vezes, em língua inglesa – mas aquele que viria a tornar-se o mais internacional dos escritores portugueses sabia que cada língua tem a sua cor, a sua luz e a sua música própria, e que a arte da escrita consiste em levar para lá dos limites convencionais os dons expressivos de cada língua. A sua primeira originalidade foi essa: a de se entregar ilimitadamente à sua língua, sem complexos de mando nem de escravo. Por isso escreveu sobre o conhecido e o desconhecido, o alto e o baixo, a estética e o comércio, a política e a astrologia. Criou uma constelação de heterónimos e semi-heterónimos – incluindo uma extraordinária Maria José – que lhe permitiram explorar, visceralmente, as mais diversas possibilidades do ser. E foi, evidentemente, um poeta inultrapassável – o tempo paralisa-se diante dos seus textos, sempre inscritos numa verdade futura. Semeador de papéis com um único livro publicado em vida («Mensagem»), sonhador de impossíveis que jamais se deixou esmagar pela monótona incompreensão do seu tempo, Fernando Pessoa deixou uma obra múltipla e incisiva, que continua a surpreender-nos, a seduzir-nos e, acima de tudo, a desafiar-nos a quebrar as fronteiras do corpo e da alma, da vida e do sonho, da reflexão e dos sentimentos. Uma obra absolutamente universal.


Inês Pedrosa

 

Fontes:

http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=4281

http://www.infopedia.pt/$fernando-pessoa

 

 

 

 

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