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Biblioteca Escolar / Centro de Recursos da ESSMO

O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

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O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

Lídia Jorge vence Prémio Luso-Espanhol de Arte Cultura 2014

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A escritora Lídia Jorge venceu o Prémio Luso-Espanhol de Arte Cultura 2014, atribuído pelo Ministério da Cultura de Espanha e pela Secretaria de Estado da Cultura de Portugal.

[...]

O júri justificou a atribuição deste prémio, anteriormente entregue, entre outros, a Perfecto Quadrado, Siza Vieira e Carlos Saura, por Lídia Jorge conseguir “criar uma relação e vínculo de união entre Portugal e Espanha através da sua contribuição para o conhecimento mútuo de ambos os países e, também, pelo valor da sua obra literária, que aborda algumas das questões fundamentais do nosso tempo”».

 

http://blogue.rbe.mec.pt/

 

Professor Doutor Jorge Paiva

É como muita satisfação, e com um sentimento de que o prémio é muito merecido, que partilhamos a notícia que informa ter o Prof. Doutor Jorge Paiva ganho o Prémio Ciência Viva Montepio 2014.

 


Os Prémios Ciência Viva Montepio são atribuídos anualmente como reconhecimento por intervenção de mérito excepcional na divulgação científica e tecnológica em Portugal.

 

Reconhecendo o papel central da cultura científica e tecnológica na sociedade portuguesa, os Prémios Ciência Viva Montepio pretendem contribuir para o reconhecimento e estímulo do esforço individual e colectivo na promoção da cultura científica e tecnológica.

 

Grande Prémio Ciência Viva Montepio - distingue uma intervenção de mérito na divulgação científica e tecnológica em Portugal.

Vencedor : Jorge Paiva


 

Prémio Ciência Viva Montepio Educação - distingue um projecto de educação científica e promoção da cultura científica e tecnológica realizado em escolas portuguesas.

Vencedor : Projecto Mira com Ciência, Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas do Concelho de Mira


 

Prémio Ciência Viva Montepio Media - distingue um trabalho de mérito excepcional na divulgação da ciência e da tecnologia num órgão de comunicação social português.

Vencedor : Seção Desafios, Jornal Público (25 anos)

 

Os Prémios Ciência Viva Montepio 2014 têm o apoio do Montepio Geral.

 

Atribuição dos Prémios
A concessão de cada um dos Prémios Ciência Viva Montepio é decidida por voto maioritário dos associados da Ciência Viva, reunidos em Assembleia Geral.

 http://www.cienciaviva.pt/premioscvmontepio2014/index.asp

 

 

11ª edição da Biodiversidade e do Jantar Lusitano

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 E agora já estamos na 11ª edição desta atividade.

 

Vamos poder ouvir a palestra do Professor Doutor Jorge Paiva, este ano subordinada ao tema "Plantas: Mitos e Realidades" e, logo de seguida, banquetearmo-nos com o jantar lusitano.2011-4.PNG

 

  Consulte, aqui, no N.º 34 da revista Parques e Vida Selvagem,  de 22 de Dezembro a 21 de Março 2011, um artigo dedicado "ao nosso" jantar. A revista Parques e Vida Selvagem, é produzida trimestralmente pelo Parque Biológico de Gaia.

 

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 As imagens aqui apresentadas, foram retiradas, sem prévia autorização dos autores, do seguinte endereço web: http://www.parquebiologico.pt/doc.php?id=28

 

 

Queda do Muro de Berlim faz 25 anos

Há 25 anos caiu um muro de vergonha. E quantos ainda há por esse Mundo fora?!

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No início dos anos 60, 15 anos depois da II Guerra Mundial, vivia-se em plena guerra fria. Berlim continuava dividida em quatro setores, desde o fim da guerra, mas, de facto, eram apenas dois blocos: o de oeste e o de leste, o lado do crescimento económico e da modernização em marcha, e o lado cinzento mesmo obscuro, da RDA, com um baixo nível de vida. Os soviéticos cansaram-se de ver fugir milhões de alemães do seu “paraíso comunista”.
Para acabar com a hemorragia – como foi justificado na época, construiu-se oum muro da vergonha, não de proteção mas para impedir que os cidadãos continuassem a fugir para a liberdade.

O projeto foi desenvolvido em segredo e a construção apanhou os berlinenses de surpresa, no dia 13 de agosto de 1961. Soldados e polícia militar estiveram lado a lado de milhares de operários destacados para bloquearem as ruas e vias férreas.

As tropas soviéticas estavam preparadas para o combate e concentraram-se junto dos postos fronteiriços dos Aliados.

Numa noite, o arame farpado separou brutalmente a cidade, as famílias e os amigos. Os prédios limítrofes foram integrados nas barreiras, com as portas e janelas tapadas a cimento e pedra.
O Muro era um complexo dispositivo militar que, na verdade, era constituido por dois muros de 3,6 metros de altura, separados por um espaço vazio que podia ir de 5 a 200 metros.

As vigias eram ocupadas, permanentemente, por 302 militares com dispositivos de alarme, mas ainda estavam destacados 14 mil guardas de fronteira com ordem para atirar a matar, e 600 cães polícia.

Morreram 136 pessoas a tentar passar o muro. Os soldados da RDA abateram 97. Ida Siekman foi a primeira a deixar lá a vida, feriu-se mortalmente no dia 22 de agosto, ao saltar da janela do seu prédio. Winfried Freudenberg foi o último, no dia 8 de março de 1989, alguns meses antes da destruição, quando tentou sobrevoar o Muro num balão.

No início dos anos 70, o processo de separação ainda foi reforçado. Cerca de 60 mil minas foram colocadas na terra entre os dois muros. Ao longo da década de 80 foram retiradas, depois da condenação internacional ao governo da Alemanha de leste.
Copyright © 2014 euronews

 

A queda do muro de Berlim em oito vídeos

  

 2014

 

 

 

 

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