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Biblioteca Escolar / Centro de Recursos da ESSMO

O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

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O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto – 27 de janeiro

Mensagem do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em ocasião do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, 27 de janeiro de 2012.



 

“Um milhão e meio de crianças judias morreram no Holocausto — vítimas da perseguição de nazistas e seus apoiadores. Dezenas de milhares de outras crianças também morreram. Isso incluía pessoas com deficiência assim como ciganos Romas e Sintos. Todos foram vítimas de uma ideologia inspirada pelo ódio que os classificou como “inferiores”.

Nesse ano, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é dedicado às crianças — meninas e meninos que tiveram que enfrentar o terror e o mal absoluto. Muitos ficaram órfãos da guerra ou foram arrancados de suas famílias. Muitas morreram de fome, doenças ou nas mãos de quem lhes maltratou. Nunca saberemos como essas crianças poderiam ter contribuído para o nosso mundo.

E entre os sobreviventes, muitos estavam demasiadamente abalados para contar suas histórias. Hoje, queremos dar voz a esses relatos. É por isso que as Nações Unidas continuam a transmitir os ensinamentos universais tirados do Holocausto. E é por isso que nós nos esforçamos para promover os direitos e as aspirações de todas as crianças todos os dias em todo o mundo.

É por isso também que continuaremos a nos inspirar no magnífico exemplo de quem se destacou por suas ações humanitárias como Raoul Wallenberg, neste ano em que celebramos o seu centenário de nascimento.

Hoje, ao recordar todos aqueles que perderam sua vida no Holocausto — desde crianças até adultos –, peço que todas as nações protejam os mais vulneráveis, independente de raça, cor, gênero ou religião.

As crianças são especialmente vulneráveis ao pior da humanidade. Devemos mostrar-lhes o melhor que este mundo tem para oferecer. Obrigado.”

_______________________
Produção: Departamento de Informação Pública (DPI) das Nações Unidas. Tradução e legendas: Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).

 

Disponível em URL: http://www.onu.org.br/dia-internacional-em-memoria-das-vitimas-do-holocausto-27-de-janeiro-de-2012/

Vale a pena ler um livro

Artigo do Jornal Público

 

 

O audiovisual continua a alastrar a sua intervenção e com a sua enorme capacidade sedutora continua a chegar a muitos cidadãos. De entre os diversos conteúdos acessíveis no moderno audiovisual podemos destacar o livro eletrónico, uma novidade que vai naturalmente ganhando novos adeptos.

Mas sabemos como o mundo da eletrónica evolui vertiginosamente.

Rapidamente um utensílio fica desatualizado, passa de moda, sendo colocado facilmente de lado pelo utilizador que ambiciona manipular o que surge de mais recente, utilizar o mais moderno. Mesmo reconhecendo-se que um utensílio tem validade, troca-se por já não oferecer o estímulo da novidade.

Um livro eletrónico, apaga-se ou então, qual ficheiro colecionável, arquiva-se num local como grão de areia.

Mas um livro de papel…

Vale a pena ler um livro, folheá-lo, é uma relação mais quentinha.

Na montra ou no expositor dá-nos uma imagem e quando lhe pegamos tem um volume que se sente facilmente a três dimensões; tem uma capa e uma contracapa, dura ou mole, tem um odor, porventura um cheiro a novo, e tem um conteúdo que lido e entendido pode acompanhar uma vida.

Um livro de papel pode passar a fazer parte de quem o lê, das suas atitudes, dos seus sentimentos e emoções. Pode tornar-se numa companhia que pelo menos, havendo claridade está sempre disponível para permitir uma relação de intimidade mais ou menos prolongada com os conteúdos que estão escritos, e com as mensagens desencadeadas no leitor.

Um livro é um objeto com história, com um antes, um durante e um depois e sendo um livro de papel, não passa de moda, porque ao ser lido está na moda de quem o lê. Oferece materialmente uma estabilidade de relação com o leitor que é muito mais segura, fiel e palpável do que o virtual.

Um livro de papel olha-se e vê-se, abre-se e fecha-se, toca-se e sente-se, no todo ou em parte, ou página a página ou em várias partes.

Sente-se e pode-se ouvir o virar da página feito com um dedo porventura humedecido ou feito com vários dedos. E de seguida pode fixar-se a página virada afagando com os dedos, seja um livro de bolso ou um livro maior. E se teimosamente insiste em se fechar, com o polegar fazemos a pressão adequada para que se mantenha o livro aberto.

Um livro de papel pode-se estimar, há quem forre um determinado livro, quem lhe ponha uma capa para o proteger. Também se pode sublinhar e há quem o faça inúmeras vezes, como que a vincar o valor das palavras, a intensidade do pensamento ali escrito.

Um livro de papel faculta um sentido de posse, ou da estima, da utilidade, da memória para futuro, eventualmente reforçada com uma pérola como seja uma dedicatória que alguém escreveu para transmitir carinho, afeição, muita dedicação ou até e apenas respeito, de quem assina para quem o recebeu.

Há quem personalize a sua posse e lá escreva o seu nome e morada, ou quem lhe coloque um carimbo pessoal, familiar ou institucional.

Um livro para uma criança? Mas isso pode ser um bem extraordinário.

Um dicionário? Que maravilha para a criança passear os seus dedos, olhar, ver e adquirir conhecimento. Que bela pedagogia.

Uma criança pode colher da leitura de um livro benefícios que não colhe do ecrã do computador e da Internet, nomeadamente na manipulação das folhas reais desse objeto porventura facilmente transportável, que pode ser bastante resistente e bastante seguro, que pode ser sua pertença juntamente com muitos outros, e que também pode oferecer e trocar.

Tendo imagens fixas, não emitindo radiações, um livro para uma criança pode ter conteúdos que estimulam a fantasia, o imaginário, o interesse pelas histórias, pelo futuro, e que permitem armazenar informação selecionada e que foi escolhida pelos autores de quem o imaginou e construiu.

Sim, porque apesar de tudo, a publicação de um livro de papel passa por diversos intervenientes com critérios, com níveis de responsabilidade e de saber mais exigentes do que muito do que se pode encontrar no mundo da Internet.

Em boa verdade o crescente mega mundo universal da Internet tem outros critérios de publicação e de emissão do que está disponível. Sendo avassalador o seu imediatismo e poder de atração com som e imagem de qualidades extraordinárias, exige muito mais atenção e muitos cuidados perante o acesso de um clique feito por uma criança.

E a situação pode piorar deveras quando se trata de uma criança desprevenida e que não esteja acompanhada por quem a respeite, e ajude a escolher por onde navegar sem lhe provocar algum dano no seu mundo interno e relacional.

Há que reconhecer que de um modo geral, um livro de papel foi selecionado e está disponível com outros critérios e interesses, que podem nada ter a ver com os critérios e interesses de muitos dos materiais virtuais colocados nas redes/web.

Boas escolhas, boa leitura e, boa saúde.

 

 

O autor é médico psiquiatra e escreve segundo o Acordo Ortográfico

 

 

Disponível em: URL: http://www.publico.pt/opiniao/noticia/vale-a-pena-ler-um-livro-1581377. Acedido em: 24.01.2013

Alunos com sono e computadores

Há cada vez mais alunos com sono porque estiveram no computador até tarde.

 

Onde é feito o retrato da situação e onde são adiantadas algumas soluções... será que não é, tudo isto, uma questão de educação, de regras?

 

Leia um interessante artigo sobre o assunto, publicado pelo jornal Público.

 

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/ha-cada-vez-mais-alunos-que-chegam-a-escola-com-sono-porque-estiveram-no-computador-1581376

 

 

Fonte: RBE(Rede de Bibliotecas Escolares)

Concurso de Leitura CHERUB

A atividade de leitura Cherub* destina-se a alunos do 3º ciclo e baseia-se na leitura do livro “O traficante”, da coleção CHERUB, do autor Robert Muchamore.

 

Para participares, inscreve-te na biblioteca, no balcão de atendimento, e requisita o livro.

 

Na última semana de fevereiro, em dia a marcar oportunamente,  terás de responder a um questionário de 20 questões de escolha múltipla sobre o livro.

 

Devido à simplicidade do questionário, o mesmo será realizado, na biblioteca, durante o intervalo grande da manhã. Os resultados serão conhecidos de imediato.

 

Serão atribuídos prémios aos 8 melhores alunos.  Todos os participantes receberão um diploma de participação e uma caneta, bem como uma pequena lembrança (livros, T-shirts da coleção, …).

 

Contamos contigo.

Participa!

 

 

 * - concurso promovido e patrocinado pela Porto Editora.

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