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Biblioteca Escolar / Centro de Recursos da ESSMO

O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

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O importante não é onde chegas, mas o caminho que percorres.

Citação do dia

Dia Mundial da Saúde

 

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O Dia Mundial da Saúde assinala-se a 7 de abril.

O objetivo deste dia é sensibilizar e educar para a importância dos cuidados de saúde e de estilos de vida saudáveis.

O tema deste ano é "Construir um mundo mais justo e saudável". Assim, pretende-se alertar para as desigualdades no acesso aos cuidados de saúde e mobilizar os decisores políticos e a sociedade civil para a resolução deste problema.

Esta data foi criada pela Organização Mundial de Saúde e é celebrada desde 1950.

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Ministério da Saúde assinala data com sessão comemorativa online.

Para assinalar o Dia Mundial da Saúde, que decorre hoje, dia 7 de abril, o Ministério da Saúde organiza uma sessão comemorativa virtual, com início às 15 horas.

A edição de 2021 do Dia Mundial da Saúde tem como mote «Construir um mundo mais justo e saudável» e conta com a participação da Ministra da Saúde, Marta Temido.

Do programa do evento destaca-se, ainda, a intervenção do Cardeal Tolentino de Mendonça e uma mesa redonda subordinada ao tema da comemoração deste ano, moderada pela jornalista Patrícia Carvalho e que conta com a presença de Helena Roseta, Henrique Barros, Isabel Vaz, Miguel Xavier, Piedade Líbano Monteiro e Ricardo Paes Mamede

Na sessão serão destacados o Prémio Nacional de Saúde e o Prémio Lobo Antunes.

O evento é virtual e será transmitido no Portal do SNS e na página de Facebook do SNS.

 

 

 

Fontes:

https://eurocid.mne.gov.pt/eventos/dia-mundial-da-saude-2021 

https://www.paho.org/pt/campanhas/dia-mundial-da-saude-2021-construir-um-mundo-mais-justo-equitativo-e-saudavel

https://www.sns.gov.pt/noticias/2021/04/07/dia-mundial-da-saude-7/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=dia-mundial-da-saude-7

 

 

Hora do Planeta

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A Hora do Planeta tem lugar a 27 de março de 2021, entre as 20h30 21h30. Devido à Covid-19, esta será a 2.ª edição do evento em formato digital

O que é a Hora do Planeta?

A Hora do Planeta ou Earth Hour consiste em apagar as luzes no mundo inteiro à mesma hora, durante 60 minutos, num movimento contra as alterações climáticas. O objetivo é conscientizar as pessoas para a necessidade de adquirir hábitos que não prejudiquem o meio ambiente.

É uma iniciativa mundial da WWF - World Wide Fund For Nature – que se realizou pela primeira vez em 2007 na Austrália. Nesses ano, mais de 2 milhões de australianos e cerca de 2000 empresas apagaram as luzes.

Já no ano seguinte, 135 países tomaram parte no evento, que contou com a participação de mais de 50 milhões de pessoas.

O que torna a Hora do Planeta um momento marcante são nomeadamente os monumentos emblemáticos que são apagados em todo o mundo, tal como a Torre Eiffel e o Coliseu. Em Portugal, destaca-se o Mosteiro dos Jerónimos, o Cristo Rei, a Torre de Belém, o Palácio Nacional de Sintra e a Ponte 25 de Abril, por exemplo.

 

Além de desligar monumentos, outros eventos oficiais dão voz à preocupação da sociedade com o planeta Terra, tal como a organização de caminhadas e pedaladas.

 

Fonte:

https://www.calendarr.com/portugal/hora-do-planeta/

 

Dia Mundial do Teatro

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Dia Mundial do Teatro | 27 de Março

 


 Mensagem da SPA, da autoria do Dramaturgo Jaime Gralheiro para o Dia Mundial do Teatro 


TEATRO: UMA RELIGIÃO COM O HOMEM NO CENTRO
 
Teatro é a palavra que se faz gente, ou, de outra forma, o verbo que se faz carne.
 
No princípio era o Medo e o Medo tomou conta do Homem inerme perante a fúria incontrolada dos elementos naturais. E foi, então, que nasceu Deus.
 
Invocando os favores e a proteção desse Deus-dos-trovões-raios-e-coriscos, o Homem inventou palavras “santas” e gestos rituais que lhe pareceram mais adequados ao momento e do agrado desse tal deus das fúrias. Nessa altura, e sem que de tal se desse conta, o Homem começava já a dar os seus primeiros passos na invenção o Teatro que só veio a acontecer quando o espetáculo da palavra e do ritmo balético dos gestos, em vez de se dirigir aos deuses, começou a dirigir-se aos outros homens. 
 
Foi nesta primevo tempo que o Homem descobriu mais uma trincheira contra o tal Medo e, até, contra a prepotência dos próprios deuses.  
 
E foi desta sorte que, reunidos no mistério do faz de conta, os homens foram “ardendo” na fogueira das suas paixões, ao mesmo tempo que se sentiam mais próximos e solidários uns com os outros, enfrentando tudo e, até, os próprios deuses. 
 
A força do Teatro estava exatamente aí, na capacidade de, através do jogo cénico, transformar as palavras em gente viva e as coisas noutras coisas, tudo ali feito à vista do espetador, de tal forma que, muitas vezes, as coisas e pessoa inventadas tinham mais força que as coisas e pessoas invocadas.  
 
É esta capacidade de transformar a realidade rasteira do dia-a-dia numa outra realidade superior mais verdadeira e universal que aproxima o Teatro do poema e faz do Teatro a vida em carne viva, recreada sobre as tábuas de um palco. 
 
Enfrentando o Medo, o Teatro passou a ser o lugar e o tempo de combate onde a inteligência, a coragem e a paixão se superiorizavam a todos as violências opressoras, vindas elas donde viessem! 
 
A partir daqui, o Teatro passou a ser uma arma de combate-defesa nas mão dos homens, tornando-se um inimigo do Poder anti-humano que só o suportava se ele  se pusesse ao seu serviço.
 
Mas o Teatro não aceitou ser escravo e foi proibido, passando à clandestinidade das catacumbas, onde renasceu escondido sob a própria capa do opressor. 
 
E foi uma demoníaca gargalhada e um descarado manguito contra a falsa fé nesse deus opressor que demonstraram estar o Teatro sempre vivo e escondido na alma do Homem livre. E eis o  “milagre” e o mistério do seu renascimento nas curvas e contra curvas do tempo que se enrola!
 
Mas foi essa grande gargalhada e esse atrevido manguito que empurraram o Teatro para as fogueiras da “santa” Inquisição, onde voltou a arder, agora, na catarse da sua própria perdição… 
 
Nesta linha, o Teatro acabou por assentar praça contra o Homem e, despudoradamente, apareceu desfilando nas grandes paradas hitlerianas e fascistas. 
 
Só que, há sempre alguém que resiste/ há sempre alguém que diz não!  Esse alguém foi Bertold Brecht e todos aqueles que, arrancando o Teatro dos desfiles nazis e fascistas, o refizeram como local e tempo onde a beleza da inteligência e da liberdade nos torna mais atentos e exigentes na construção de um mundo mais livre e justo à medida do Homem livre. 
 
O Teatro procura estar, hoje, de novo, ao lado do Povo contra todos aqueles que dele querem fazer um capacho.
 
Por isso, contra o novo Medo, viva o Teatro livre!
 
Jaime Gralheiro
 
Fonte:
https://www.spautores.pt/comunicacao/noticias/dia-mundial-do-teatro-27-de-marco
 

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