Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2018

Gostava de ler um livro e não o encontra na biblioteca?

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publicado por essmo-becre às 12:59
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Quer viver mais anos? Leia livros!

10-12-2018

 

Quem diria que meia hora de leitura diária significa mais anos de vida. É a conclusão de um estudo realizado por investigadores do Laboratório de Epidemiologia e Saúde Pública da Universidade de Yale, nos Estados Unidos da América.
 
Depois de se reunirem dados sobre os hábitos de leitura de mais de 3500 pessoas acima dos 50 anos, constatou-se que nos 12 anos seguintes a taxa de mortalidade dos leitores assíduos foi 20% inferior à de quem não era tão dedicado aos livros. E a esperança média de vida dos primeiros revelou-se 23 meses superior à dos segundos.

«As pessoas que reportaram uns meros 30 minutos de leitura diários de um livro tiveram uma significativa vantagem de longevidade em relação aos que não liam», sublinha Becca R. Levy, professora de epidemiologia em Yale, em declarações ao The New York Times.

Publicado no jornal Social Science and Medicine, em 2016, o estudo levou em conta fatores como a idade, género, raça, educação, condição económica ou doenças para sugerir que «os benefícios de ler livros incluem uma vida mais longa para os poder ler».

Leia aqui a notícia completa que, embora tenha sido publicada em 2016, se mantém atual para quem quer viver mais anos.
 
 
Fonte: https://www.santillana.pt/
publicado por essmo-becre às 11:21
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Acordo Fotográfico

Site sobre livros e leituras. Interessante. Espreite aqui.

Livros, pessoas e fotografias numa homenagem ao ato de ler.

Sobre a autora:

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Chamo-me Sandra Barão Nobre e nasci em França em 1972. Em 1980 regressei a Portugal com a minha família. Vivi em Portimão, no Algarve, até iniciar os estudos superiores na capital, onde me licenciei em Relações Internacionais pela Universidade Técnica de Lisboa. Fui durante doze anos gestora de conteúdos na maior livraria virtual portuguesa — a WOOK (do Grupo Porto Editora). Antes disso estagiei na TVI, dei formação na Telecel, trabalhei na Câmara Uruguaio-Portuguesa de Comércio (em Montevideo, no âmbito do Programa Contacto II), e exerci funções no Departamento de Marketing da Fundação de Serralves. Não posso passar sem livros e adoro viajar. Em 2014 fiz uma volta ao mundo de mochila às costas. Aprender continuamente é o meu maior estímulo.

Fonte: https://acordofotografico.com/

publicado por essmo-becre às 11:14
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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2018

Declaração Universal dos Direitos Humanos

 

publicado por essmo-becre às 02:50
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70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

 

A Declaração é o documento mais traduzido do mundo, disponível em mais de 500 idiomas.70_Years_UDHR_LOGO_PT_VERTICAL_EDITED02-600x923.jp

Desde a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948, “direitos humanos têm sido um dos três pilares das Nações Unidas, junto com a paz e o desenvolvimento”, afirmou o secretário-geral António Guterres, em sua mensagem para a data.

Como um dos “acordos internacionais mais profundos e de longo alcance do mundo”, a Declaração Universal proclamou direitos inalienáveis de todos os seres humanos, independente de raça, cor, religião, sexo, linguagem, opinião política ou de qualquer outro tipo, origem social ou de nacionalidade, status de propriedade, nascimento ou de qualquer outro tipo. É o documento mais traduzido do mundo, disponível em mais de 500 idiomas.

O secretário-geral lembrou que, embora abusos de direitos humanos não tenham terminado quando a Declaração Universal foi adotada, o instrumento tem ajudado milhares de pessoas a conseguir maior liberdade e segurança e também tem ajudado a prevenir violações, obter justiça e fortalecer leis e salvaguardas de direitos humanos nacionais e internacionais.

A campanha de um ano começou dia 10 de dezembro no Palais de Chaillot, em Paris, com um outro evento realizado no dia seguinte na sede da ONU em Nova Iorque.

O alto-comissário da ONU para Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, lembrou que graças à Declaração, a vida diária de milhões de pessoas tem melhorado, sofrimentos humanos têm sido evitados e as fundações para um mundo mais justo estão sendo estabelecidas.

“Enquanto sua promessa ainda precisa ser cumprida, o fato de ter resistido ao teste do tempo é prova da duradoura universalidade de seus valores perenes de igualdade, justiça e dignidade humana”, declarou Zeid.

Mas, o que são os direitos humanos?

Conheça a Declaração Universal dos Direitos Humanos

 

DUDH 70

 

Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) é um documento marco na história dos direitos humanos. Elaborada por representantes de diferentes origens jurídicas e culturais de todas as regiões do mundo, a Declaração foi proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris, em 10 de dezembro de 1948, por meio da Resolução 217 A (III) da Assembleia Geral como uma norma comum a ser alcançada por todos os povos e nações. Ela estabelece, pela primeira vez, a proteção universal dos direitos humanos.

Desde sua adoção, em 1948, a DUDH foi traduzida em mais de 500 idiomas – o documento mais traduzido do mundo – e inspirou as constituições de muitos Estados e democracias recentes.

 

 

 

Fontes: 

https://nacoesunidas.org/direitoshumanos/declaracao/

https://nacoesunidas.org/onu-lanca-campanha-pelo-70o-aniversario-da-declaracao-universal-dos-direitos-humanos/

https://www.ohchr.org/EN/UDHR/Pages/Language.aspx?LangID=por

 

publicado por essmo-becre às 02:28
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No 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948-2018), Portugal deve adotar uma Agenda Nacional de Direitos Humanos para o novo século. «Os primeiros anos do século XXI mostram que os direitos humanos não são nada de garantido e definitivo. Por todo o lado assistimos a retrocessos. Vemo-lo, por exemplo, nos Estados Unidos e em França, onde muitos dos grandes e inegáveis progressos das últimas décadas estão agora em risco. Em numerosos países, os direitos humanos são há muito comprimidos ou sacrificados em nome de outros valores tomados por superiores; noutros casos, são abusivamente instrumentalizados por agentes não estatais, como as grandes empresas digitais. Com base na minha formação académica e na minha experiência profissional, quer como jornalista quer como diretora executiva da Amnistia Internacional em Portugal de 2012 a 2016, acompanhei de perto alguns destes temas e tive oportunidade de intervir em alguns casos que aqui relato. Neste livro, proponho uma reflexão séria e atual sobre algumas destas questões.» Fonte:"https://www.fnac.pt/"

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