Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016

Maratona de Cartas 2016 - Amnistia Internacional

Recebemos hoje a mensagem que a seguir apresentamos e que nos lança o desafio de participarmos, ativamente, na comemoração do Dia dos Direitos Humanos (10 de dezembro), visitando o sítio da Amnistia Internacional Portugal.

Trata-se de uma oportunidade de participar na campanha JUNTE-SE a NÓS, MARATONA DE CARTAS - Assine. A vida de alguém depende disso! da Amnistia Internacional.

A AI é um movimento de pessoas de todo o mundo que lutam pelos Direitos Humanos. A sua visão é a de um mundo em que cada pessoa desfruta de todos os Direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos. (http://www.amnistia.pt/)

Agora, leia a mensagem e decida se assina!

 

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Amnistia Internacional - Maratona de Cartas 
Assunto: Maratona de Cartas 2016
 

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

 

Maratona de Cartas

Cara/o amiga/o,

 

 

Este é o maior evento global de direitos humanos organizado anualmente pela Amnistia Internacional, no âmbito da data simbólica de 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Durante esta campanha, milhares de pessoas por todo o mundo são convidadas a assinar ou a escrever cartas em defesa de indivíduos ou comunidades em risco. Desta forma, no início de janeiro, todos os apelos recolhidos são enviados para as entidades competentes dos países a que se destinam.

Em 2015, foi conseguido o impressionante número de 3,7 milhões de cartas, mensagens, postais, emails, tweets, entre outras ações, enviados para os responsáveis pelos casos escolhidos a nível internacional. E resultou! Ao longo de 2016, alguns dos casos da Maratona conheceram desfechos felizes, como consequência dos milhares de chamadas de atenção que receberam através da Maratona de Cartas. Temos como exemplo a libertação de Albert Woodfox, colocado em cela solitária onde, injustamente, passou 44 anos da sua vida, a libertação de Phyoe Phyoe Aung, uma representante de uma associação de estudantes em Myanmar, a libertação de Yecenia Armenta, no México, detida arbitrariamente e submetida a tortura para extração de uma confissão.

Este ano, focamo-nos em quatro casos:

Annie Alfred (do Malawi) - Annie nasceu com albinismo. No Malawi, acredita-se que o corpo destas pessoas tem poderes mágicos, pelo que elas são perseguidas e mortas por se crer que a posse de partes do seu corpo traz riqueza e boa-sorte. O comércio macabro de partes de corpos de albinos é também alimentado pela convicção de que os ossos destas pessoas contêm ouro. Vamos exigir que o Malawi proteja as pessoas com albinismo de homicídio.

Edward Snowden (E.U.A.) - Snowden potenciou um movimento global de defesa da privacidade na era digital, ao divulgar um conjunto de informações sobre a existência de um sistema de vigilância global autorizado pelos Governos. Pela primeira vez em 40 anos, os E.U.A. aprovaram leis para controlar a vigilância governamental, e várias empresas dedicam-se agora muito mais à proteção da nossa informação pessoal. Vamos apelar para que Snowden seja perdoado, uma vez que agiu unicamente em defesa do interesse público.

Eren Keskin (Turquia) - Advogada e antiga diretora de jornal, Eren Keskin tem sido uma voz crítica do Estado turco há décadas. Há 11 anos, um dos seus discursos enfureceu as autoridades, pois acusou o Estado de “assassinar uma criança de 12 anos de idade”. Por isto, foi condenada em 2014 por "insulto ao Estado turco". Eren tem já mais de 100 acusações por falar livremente e denunciar abusos de direitos humanos na Turquia. Vamos exigir que Eren não seja presa, e que todas as acusações sejam retiradas.

Shawkan (Egito) - Mahmoud Abu Reid (conhecido como Shawkan) estava a fazer o seu trabalho como fotojornalista ao cobrir uma manifestação a 14 de agosto de 2013 no Cairo, quando assistiu e registou a intervenção brutal das forças policiais. Quando a polícia descobriu que Shawkan era jornalista, prenderam-no. Amarraram-lhe as mãos com cabos de plástico que acabariam por cortar a pele e ensanguentarem os pulsos. Foi brutalmente agredido. Hoje, 3 anos depois, encontra-se detido na conhecida Prisão de Tora, no Cairo, e, embora tenha contraído Hepatite C, tem-lhe sido negado qualquer acesso a tratamento médico. “Fotografar não é um crime”, disse. Vamos apelar ao Egito para retirar todas as queixas contra Shawkan e a libertá-lo imediatamente.

 

A sua assinatura tem o poder de contribuir para um mundo em que os Direitos Humanos são usufruídos em plenitude por cada vez mais pessoas, nomeadamente nestes casos que este ano apresentamos.

Vá a http://www.euassino.amnistia.pt/#inicio-maratona e assine!

 

 

publicado por essmo-becre às 21:55
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Sexta-feira, 10 de Abril de 2015

10 livros infantis que abordam os direitos humanos

O direito à vida e à convivência familiar, o acesso à educação, ao lazer, ao brincar. O direito de estar a salvo de qualquer tipo de discriminação e violência. Todos esses direitos, entre tantos outros, são considerados essenciais e resguardados às crianças por lei. Mas será que elas têm consciência do que cada um deles representa?

Apoiando-se na leitura como porta de acesso a essas informações, o Promenino pesquisou junto a especialistas* na área da educação e da literatura e chegou a uma seleção de 10 livros infantis que abordam esses temas de forma sensível e sem artificialismos.

Uma seleção de livros transformadores, de diferentes nacionalidades, os quais, segundo definição do autor e crítico inglês Aidan Chambers, “enriquecem a imagem do mundo e sua existência; ajudam a conhecer a si mesmo e a compreender os outros e a sociedade em que se vive, assim como a sociedade em que vivem as outras pessoas”.

Boa leitura!

in http://portal.aprendiz.uol.com.br/

 

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publicado por essmo-becre às 01:12
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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2015

Direito à educação. Direito universal???

 Direito à Educação para todas as Crianças.

publicado por essmo-becre às 21:57
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We are all born free – our human rights in pictures | Children's books | The Guardian

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 We are all born free – our human rights in pictures | Children's books | The Guardian

 

Existe este livro na nossa biblioteca, versão portuguesa.

Uma boa forma de entender os Direitos Humanos.

http://www.theguardian.com/childrens-books-site/gallery/2015/jan/30/human-rights-in-pictures-we-are-all-born-free-amnesty

publicado por essmo-becre às 21:45
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Quinta-feira, 5 de Dezembro de 2013

Declaração Universal dos Direitos do Homem

 

 

Mrs. Eleanor Roosevelt mostrando a Declaração Universal dos Direitos do Homem 

 

 

Carta de princípios, proclamada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas a 10 de dezembro de 1948, onde se afirma a preocupação internacional com a preservação dos direitos humanos e se define quais são esses mesmos direitos.A Declaração surgiu como um alerta à consciência humana contra as atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial. Desta forma, inscrevia-se no objetivo fundador da ONU, a luta pela paz e pela boa convivência entre as diferentes nações, credos, raças, ideologias, etc.A Declaração Universal dos Direitos do Homem enuncia os direitos fundamentais, civis, políticos e sociais de que devem gozar todos os seres humanos, sem discriminação de raça, sexo, nacionalidade ou de qualquer outro tipo, qualquer que seja o país que habite ou o regime nele instituído. A noção de direitos humanos tem-se afirmado, na segunda metade do século XX, como um dos conceitos políticos basilares. Contudo, e apesar de de todos os estados-membros da ONU serem signatários da Declaração, muitos são os que, alegada ou comprovadamente, continuam a não respeitar os seus princípios. A 10 de dezembro, comemora-se o Dia dos Direitos Humanos.

 

  

Declaração Universal dos Direitos do Homem. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-12-05].

Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$declaracao-universal-dos-direitos-do-homem>.

 

publicado por essmo-becre às 12:43
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"O enredo tece-se em torno da trajectória de um médico psiquiatra, desde o início da manhã, quando inicia o seu trabalho no Hospital Miguel Bombarda, até às 5 da madrugada do dia seguinte, no seu apartamento do Monte Estoril. Entre o início e o fim do eixo narrativo, sucedem-se episódios que constituem o quotidiano do médico no decorrer desse dia. O primeiro livro de um autor que ao longo dos anos se impôs como um nome cimeiro na literatura portuguesa."

Fontes:http://www.fnac.pt/

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