Domingo, 10 de Janeiro de 2016

Júlio Pomar

julio pomar..jpg

Nasceu a 10 de Janeiro de 1926, em Lisboa. Frequentou a Escola de Artes Decorativas António Arroio e as Escolas de Belas-Artes de Lisboa e Porto, tendo participado em 1942 numa primeira mostra de grupo, em Lisboa, e realizado a primeira exposição individual em 1947, no Porto, onde apresentou desenhos. Nesses anos a sua oposição ao regime de Salazar acarreta-lhe uma estada de quatro meses na prisão, a apreensão de um dos seus quadros pela polícia política e a ocultação dos frescos com mais de 100 m2, realizados para o Cinema Batalha no Porto. Permanece em Portugal até 1963, ano em que se instala em Paris. Actualmente vive e trabalha em Paris e Lisboa.[...]

 

[...] A intervenção plástica que realizou para Estação do Alto dos Moinhos do Metropolitano de Lisboa é, sem dúvida alguma, a sua obra mais conhecida. Milhares de utentes do Metropolitano apreciam, diariamente, os seus desenhos representativos de quatro dos maiores nomes das letras portuguesas: Camões, Bocage, Fernando Pessoa e Almada Negreiros.

 

170px-Pomar_Camões_Metro_Alto_dos_Moinhos.jpg

Júlio Pomar, Camões, c. 1983, painel de azulejos, 
estação de Metropolitano Alto dos Moinhos, Lisboa
 
 

 

170px-Pomar_Fernando_Pessoa_Metro_Alto_dos_Moinhos

Júlio Pomar, Fernando Pessoa, c. 1983, painel de azulejos,
estação de Metropolitano Alto dos Moínhos, Lisboa

 

 

[...] Além da obra de pintura, desenho, escultura, cerâmica, gravura, etc., Júlio Pomar escreveu Catch: thèmes et variations, Discours sur la cécité du peintre, ...Et la peinture? (Éditions de la Différence, Paris, 1984, 1985 e 2000), os dois últimos traduzidos por Pedro Tamen com os títulos Da Cegueira dos Pintores (Imprensa Nacional, 1986) e Então e a Pintura?(Dom Quixote, 2003); e duas colectâneas de poesias Alguns Eventos eTRATAdoDITOeFEITO (Dom Quixote, 1992 e 2003).

Júlio Pomar instituiu em 2004 uma Fundação com o seu nome. Foi anunciada para Abril de 2013 a inauguração do Atelier-Museu Júlio Pomar, criado pela Câmara Municipal de Lisboa, em edifício que adquiriu na Rua do Vale n.º 7, Mercês, Lisboa, o qual contou com um projecto arquitectónico de reabilitação da autoria de Álvaro Siza.

 

 

 

Fontes:

http://ateliermuseujuliopomar.pt/juliopomar/biografia/biografia.html

http://quadrogiz.blogspot.pt/2014/07/estou-tonto-poema-de-alvaro-de-campos.html

http://www.leme.pt/historia/efemerides/0110/

 

publicado por essmo-becre às 01:35
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"O enredo tece-se em torno da trajectória de um médico psiquiatra, desde o início da manhã, quando inicia o seu trabalho no Hospital Miguel Bombarda, até às 5 da madrugada do dia seguinte, no seu apartamento do Monte Estoril. Entre o início e o fim do eixo narrativo, sucedem-se episódios que constituem o quotidiano do médico no decorrer desse dia. O primeiro livro de um autor que ao longo dos anos se impôs como um nome cimeiro na literatura portuguesa."

Fontes:http://www.fnac.pt/

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