Domingo, 1 de Dezembro de 2013

Restauração da Independência: 1.º de Dezembro

O 1.º de Dezembro é (era) o feriado civil mais antigo: sobreviveu à I República austera em festividades, ao Estado Novo que só recuperou os "dias santos" em 1952 e à chegada da democracia, que nunca aboliu feriados mas acrescentou vários ao calendário.


Acabou, agora, como parte de um pacote de medidas que visa aumentar a produtivadade (?!). Na verdade, o governo português decidiu eliminar o feriado de 1 de dezembro, e a comemoração da Restauração da Independência já não será comemorada com um feriado este ano e, pelo menos, até 2017.


Partilho, inteiramente, da opinião do grupo de cidadãos que querem repor o feriado do 1º de dezembro, no fundo, os que pretendem restaurar a Restauração da Independência.

"Numa altura em que Portugal sofre fortes limitações ao exercício da sua soberania, em razão da situação financeira do País e de compromissos externos celebrados, importa repor o 1.º de Dezembro e celebrar os valores da independência nacional e do brio e da liberdade de Portugal como valores fundamentais do Estado, de toda a sociedade e da Nação", lê-se no documento. 


No documento apresentado por esse grupo de cidadãos, expõe-se que o feriado do 1.º de Dezembro foi "o mais antigo dos feriados civis de Portugal e é o mais alto dos feriados patrióticos, assinalando e fazendo celebrar o mais elevado dos valores de toda a comunidade nacional: a nossa própria independência nacional". 


Na iniciativa legislativa de cidadãos argumenta-se que, «salvo quando tendo caído sob dominação estrangeira, não se conhece um só caso de algum país que, tendo feriado ou feriados celebrando a sua independência nacional, o(s) tenha abolido, assim apagando do respetivo calendário oficial a celebração desse valor coletivo fundamental».


«O 1.º de Dezembro evoca a última vez em que, estando sob domínio estrangeiro e tendo perdido a independência nacional, Portugal a reconquistou pelas armas, pondo fim ao domínio dos Filipes (1580-1640) e restaurando assim a soberania nacional independente, então na pessoa do rei D. João IV», sustenta-se.

Assim, argumenta-se na iniciativa legislativa que o 1º de Dezembro é «o próprio Dia de Portugal por natureza das coisas», o dia que, no calendário oficial, celebra o facto sem o qual Portugal não existiria «como Estado, povo e nação independentes».


Adaptado de 

 

http://rr.sapo.pt/


http://www.tvi24.iol.pt



publicado por essmo-becre às 00:01
link do post | comentar | favorito
|

.Citação do dia

.Sugestões

É um texto circunstancial no percurso intelectual de Sartre. Ele antecede um novo ciclo em sua investigação filosófica. As objeções à sua obra, que ele procura inventariar nessa conferência, por mais confusas e hostis que sejam, provocarão novas questões que serão tratadas mais tarde, após um livre amadurecimento, testemunhado, entre outras coisas, por seus escritos póstumos.

Fontes:http://www.fnac.pt/

.pesquisar

 

.Junho 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
14
15
16
17
18
19
20
23
24
25
26
27
28
29
30

.Catálogo On-Line

Bibliotecas do Agrupamento

.links

.Música

.posts recentes

. Preparar os exames nacion...

. Jean-Paul Sartre

. Fernando Pessoa: poeta e ...

. "Os Maias", de Eça de Que...

. Manuel Alegre é o vencedo...

. Dia Internacional da Biod...

. Dia Mundial da Diversidad...

.subscrever feeds

.Visitantes

.Professor bibliotecário: ode

.tags

. todas as tags